Categoria: Soluções

Desvendando o Imposto Sobre Serviços

Entenda o que é o Imposto Sobre Serviços, o que acontece em caso de inadimplência e qual é a melhor forma de lidar com o tributo

Para fazer um negócio prosperar, inevitavelmente, o empresário precisa estar por dentro do mundo dos impostos. Isso, porque o Brasil possui diversos tributos e nenhuma companhia consegue escapar desses pontos burocráticos.

Dessa forma, é preciso que a empresa cumpra com as obrigações fiscais, o que significa lidar com todos os impostos, pagando-os na data correta e emitindo os documentos necessários. O Imposto Sobre Serviços (ISS) não foge da regra: é preciso desvendá-lo para manter a rotina fiscal do estabelecimento em dia.

 O que é ISS?

ISS é a sigla de Imposto Sobre Serviços e faz referência ao tributo cobrado pelos municípios e pelo Distrito Federal. Ele é regulamentado pela Lei Complementar 116/2003.

Esse imposto incide toda vez em que há alguma prestação de serviço, seja ela feita por uma empresa ou por um profissional autônomo. Mas, como o ISS é um tributo municipal, suas alíquotas e normas vão variar entre as cidades.

No geral, praticamente todos os negócios que prestam serviços precisam lidar com o ISS. A exceção é quando um serviço é feito no exterior e reflete somente fora do Brasil.

O ISS interessa para quem?

O Imposto Sobre Serviços afeta muitos modelos de negócio, além de órgãos municipais. Confira a seguir como o ISS funciona para cada público:

  • Órgãos municipais: para as prefeituras, o ISS é importante para abastecer o cofre público. Assim, com o dinheiro arrecadado, é possível investir em projetos e ações voltadas à cidade;
  • MEI: no caso do Microempreendedor Individual (MEI), o ISS está incluso na taxa paga pela pessoa jurídica mensalmente;
  • Autônomos: já os profissionais autônomos possuem uma tabela com valores específicos para cada tipo de serviço;
  • Simples Nacional: enquanto isso, as empresas que são adeptas do regime de Simples Nacional tem o ISS inserido no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS);
  • Outros casos: as empresas que usam como o regime o Lucro Real ou o Lucro Presumido pagam o ISS separadamente, a cada vez que prestam um serviço.

Qual a relação entre ISS e a nota fiscal?

O ISS e a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) possuem uma relação entre si. Isso porque, ao preencher as informações da NF-e, o emissor automaticamente calcula o ISS.

Dessa forma, o surgimento da NF-e trouxe mais praticidade e segurança às empresas, pois, como o sistema já apresenta o valor correto que deve ser pago, o empreendedor tem menos trabalho.

Há apenas um detalhe: nem todos os municípios adotaram a Nota Fiscal Eletrônica. Logo, é preciso conferir se na sua cidade existe essa possibilidade.

E se eu não pagar o ISS?

Como o tributo em questão é municipal, cabe às prefeituras determinarem suas próprias regras. Assim, é válido consultar as especificidades da sua cidade para descobrir com precisão a quais consequências você estará sujeito se não arcar com o ISS.

Normalmente, não pagar o ISS implica em multas e em juros ao negócio inadimplente. Além disso, ficar irregular com a prefeitura impede que o empresário participe de licitações.

Como o iCom pode te ajudar a lidar com o ISS?

Por meio da automação tributária, o iCom te auxilia com toda a parte de impostos do seu negócio. Logo, esse ERP te ajuda a lidar com o ISS, evitando que você pague valores extras e cumprindo com os prazos.

Ou seja, adotar o iCom como um aliado do seu negócio vai te trazer segurança de que os impostos estão sendo pagos de maneira correta, além de estratégica. Juntamente a isso, a equipe não precisa gastar tanto tempo com trabalhos manuais; o que favorece a tomada de decisões bem pensadas.

Fontes
https://conube.com.br/blog/o-que-e-iss/
https://www.contabilizei.com.br/contabilidade-online/o-que-e-iss-e-como-calcular/

O que fazer quando a NFS-e é rejeitada?

Fique por dentro da definição e dos motivos de rejeição da nota fiscal de serviços eletônica; saiba também como lidar com esse problema

Um problema comum na rotina de uma empresa é ler o aviso “NFS-e rejeitada”. Praticamente todos que trabalham com prestação de serviço e precisam emitir nota fiscal frequentemente já passaram por isso.

E o que fazer ao ler a mensagem “NFS-e rejeitada”? O que significa esses status? Como resolver o problema?

Saber as respostas dessas perguntas é essencial para todos os negócios. Companhias de pequeno, médio ou grande porte têm que lidar com a questão. Isso porque o funcionamento de uma empresa depende da emissão e gestão de documentos fiscais eletrônicos. Neste post, explicamos os principais pontos sobre a NFS-e.

 O que é NFS-e?

NFS-e é a sigla para Nota Fiscal de Serviços Eletrônica. Na prática, a NFS-e é a versão digital da nota fiscal de serviços. Logo, ela registra e comprova as operações de prestação de serviços da empresa. 

A NFS-e surgiu com o objetivo de facilitar a vida do empresário e se adequar a uma dinâmica de mercado mais moderna.

Em comparação com a nota fiscal impressa, a NFS-e traz benefícios como:

  • Redução de custos com impressão;
  • Simplificação de processos;
  • Agilidade no acesso às informações;
  • Oportunidade de automação.

Por que a NFS-e é rejeitada?

O status de rejeição aparece quando uma NFS-e é enviada e não é aprovada. Um código aparece automaticamente para indicar que há erros na emissão da NFS-e. O objetivo desse aviso é que a empresa corrija o problema imediatamente.

Geralmente, a NFS-e é rejeitada por erros, inconsistências ou falhas na validação das informações apresentadas ao órgão autorizador. Alguns problemas comuns são:

  • CNPJ inválido: se esse for o problema, a mensagem de rejeição terá o número 207; no geral, isso acontece por colocar dígitos a mais ou a menos; ou também por errar a ordem do número;
  • Certificado vencido: acontece quando expira o prazo de validade do certificado digital configurado para ser utilizado pelo sistema;
  • Documento em conflito: representado pelo código 204, significa que houve falhas na comunicação com a prefeitura.

No caso de algum dado inconsistente, basta corrigir a informação e tentar fazer a emissão novamente. O processo completo para isso é o seguinte:

  1. Primeiramente, identifique o motivo responsável pela rejeição; 
  2. Então, corrija as informações e reenvie o documento;
  3. Se a mensagem de rejeição persistir, é preciso interpretar novamente o motivo da rejeição;
  4. É válido também utilizar notas fiscais antigas parecidas para fazer comparações;
  5. Além disso, é possível buscar no site da prefeitura um FAQ para tirar dúvidas e ajudar a resolver o problema.

Como um ERP pode ajudar?

Para ter sucesso na emissão de notas fiscais de serviço eletrônicas é preciso cumprir com exatidão as normas jurídicas e fiscais. Isso exige muita atenção às minúcias do procedimento, principalmente quando a empresa atribui essas tarefas ao trabalho exclusivamente manual.

Uma solução para evitar dores de cabeça é investir num software de Planejamento de Gestão Empresarial (ERP), como o iCom. Adotando essa tecnologia, o processo de emissão de notas fiscais será automatizado, trazendo muitas vantagens, tais como:

  • Diminuição da taxa de erros;
  • Controle eficiente da emissão da NFS-e;
  • Melhora da competitividade da empresa;
  • Integração dos processos financeiros.

Faça já o seu orçamento aqui!

Fontes:
https://blog.vinco.com.br/casos-em-que-pode-ocorrer-a-rejeicao-de-nota-fiscal-eletronica/
https://blog.contaazul.com/nfs-e

Desvendando o Simples Nacional

Entenda o que é, para que serve e a quem interessa o Simples Nacional

No Brasil, lidar com impostos é uma tarefa complexa. São muitas burocracias, mudanças na legislação e métodos de arrecadação.

As empresas, muitas vezes, ficam perdidas entre os prazos e as regras. Há, ainda, que se analisar as opções mais vantajosas, que não diminuam o lucro.

O Simples Nacional é um dos regimes tributários disponíveis para as empresas escolherem. Mas nem todas podem, ou devem, optar por ele.

Para saber qual é o caso da sua empresa, reunimos as informações mais importantes sobre o Simples Nacional: o que é esse regime tributário, seu funcionamento e a quem ele interessa.

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Os Microempreendedores Individuais (MEI) também se enquadram nesse método de arrecadação.

Resumidamente, pode-se dizer que os negócios que possuem até 4,8 milhões de reais como receita bruta anual podem optar por esse regime tributário.

O Simples Nacional é facultativo e engloba uma série de tributos, entre eles: IRPJ, CSLL, Pis/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à pessoa jurídica (CPP).

Seu surgimento veio da necessidade de facilitar a administração dos pequenos negócios, que antes precisavam pagar os impostos separadamente e com alíquotas pouco favoráveis. 

Então, com o Simples Nacional, previsto na Lei Complementar n°123, de 14 de dezembro de 2006, os tributos foram unificados e as alíquotas passaram a ser diferenciadas, com seu valor baseado no faturamento da empresa.

Como funciona o Simples Nacional?

O Simples Nacional permite o recolhimento de diversos tributos federais, estaduais e municipais em um único documento, chamado de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

A emissão do DAS está disponível no Portal do Simples Nacional, e o valor já é calculado no próprio sistema informatizado. Já o pagamento da via pode ser feito de modo eletrônico ou impresso.

É possível formalizar a escolha pelo Simples Nacional já na abertura da empresa ou no primeiro mês de cada ano, desde que a companhia esteja de acordo com alguns critérios, como:

  • Ser ME, MEI ou EPP;
  • Seguir os requisitos previstos na legislação;
  • Não ter débitos com o INSS;
  • Estar regular quanto aos cadastros fiscais;
  • Formalizar a escolha pelo Simples Nacional.

Para quem o Simples Nacional interessa?

O Simples Nacional pode ser bem vantajoso para algumas empresas, enquanto que para outras não. Isso significa que é preciso pesquisar a fundo sobre as condições desse regime tributário e analisar se as exigências compensam para realidade do seu negócio.

A escolha pelo Simples Nacional ou outros regimes tributários passa por muita burocracia. Alguns fatores importantes a serem considerados são:

  • Número de colaboradores;
  • Qual o porte das empresas com que a sua negocia;
  • Margem de lucro.

Entre os benefícios de optar pelo enquadramento no Simples Nacional estão:
– Contar com a cobrança simplificada, numa única via;
– Tabela de alíquota reduzida;
– Contabilidade simplificada, com menos declarações em comparação com outros regimes.

Como o iCom pode te auxiliar?

Muitas empresas possuem dificuldades para lidar com os impostos. As minúcias das normas, as mudanças constantes na legislação, a quantidade de tributos e a escolha por métodos de arrecadação são alguns exemplos de questões presentes em suas rotinas.

Pensando em oferecer praticidade, comodidade e segurança para esse problema, o iCom oferece a automação tributária e a inteligência fiscal, recursos que visam solucionar problemas frequentes nas empresas.

Atenção: Simples Nacional em 2022

Os empreendedores que desejam que seu negócio se enquadre no Simples Nacional em 2022 precisam fazer essa solicitação até o dia 31 de janeiro. O resultado final será publicado em 15 de fevereiro.

Já o prazo para regulação de pendências do Simples Nacional foi estendido para o dia 31 de março.

Fontes
https://blog.contaazul.com/o-que-e-simples-nacional/
https://www.contabilizei.com.br/contabilidade-online/simples-nacional/?utm_source=adwords&utm_medium=ppc&utm_campaign=&utm_term=&hsa_tgt=&hsa_grp=&hsa_mt=&hsa_cam=13991176771&hsa_ver=3&hsa_src=x&hsa_net=adwords&hsa_kw=&hsa_acc=1466761651&hsa_ad=&gclid=Cj0KCQiA8vSOBhCkARIsAGdp6RRiU5tH3CGqbBh9Eo8rdl8DZyir2BQqhDLqF8mN112GGenkqi6jUYUaAi20EALw_wcB#beneficios-do-simples

Desvendando o Imposto sobre Operações Financeiras

Fique por dentro do que sua empresa precisa saber sobre o IOF: o que é, como funciona, como lidar e quais são as últimas atualizações

O que é o IOF?

O Imposto sobre Operações Financeiras, ou IOF, é um tributo federal que incide sobre diversas transferências financeiras, tais como empréstimos, câmbio, seguro e operações relacionadas a títulos ou valores mobiliários.

No nosso atual regime constitucional, o IOF foi instituído em 1994, por meio da Lei n° 8.894/94.

Qual sua origem e para que serve?

A origem do IOF se dá no ano de 1966. Instituído pela Lei do IOF (n° 5.143/1966), no decorrer de uma reforma tributária, ele veio em substituição do Imposto sobre Transferências para o Exterior.

Esse imposto foi criado com a função de regular a economia. É por meio desse tributo que o governo analisa a oferta e a demanda de crédito no país e, assim, propõe ajustes. Além disso, por se tratar de um tributo federal, outro objetivo da arrecadação do IOF é gerar receita para a União.

Como funciona?

Apurado diariamente, o IOF é recolhido pelos bancos e repassado ao governo. Ele é cobrado tanto de pessoas físicas, quanto jurídicas e o valor de sua alíquota depende da movimentação em questão.

Nas operações, o IOF sempre aparece descrito em contratos, faturas, extratos, etc. Por isso, é importante ler esses documentos com atenção e ter em mente o quanto esse valor irá pesar no seu orçamento.

Alguns exemplos práticos de cobrança de IOF são: fazer um empréstimo ou financiamento; resgatar um investimento; fazer um seguro; comprar ou vender moeda estrangeira; etc.

Aumento temporário em 2021

Para financiar o novo Bolsa Família, chamado de Auxílio Brasil, o Governo aumentou o IOF. O decreto do presidente Jair Bolsonaro elevou a alíquota do IOF nas operações de crédito feitas por pessoas jurídicas para 2,04%, sendo que antes o valor era de 1,50%. Já para pessoas físicas, a alíquota passou de 3% para 4,08%.

Esse aumento temporário que está vigente desde setembro de 2021 tem duração até o dia 31 de dezembro. A medida tende a ter as seguintes consequências: encarecimento do custo do crédito para empresas; pressão na inflação; efeitos na atividade econômica; etc.

Qual o impacto do IOF aos empresários?

Como o IOF faz parte da rotina dos estabelecimentos, marcada por diversas movimentações financeiras, é importante que o empresário esteja informado sobre o que é, como calcular e quando pagar esse imposto. Além disso, também há a possibilidade de isenção de IOF, logo, o empresário precisa saber qual é o caso do seu negócio.

O contexto econômico e político do país também afeta as empresas. Mudanças na alíquota do IOF, como a que está acontecendo agora, abalam o meio empresarial. Isso pode acontecer de diversas formas, como, por exemplo, pelo encarecimento do crédito para quem precisa de capital de giro.

Para evitar prejuízos financeiros, é preciso entender o que se passa e se programar diante disso.

Como o iCom pode auxiliar?

O Imposto sobre Operações Financeiras está muito presente no dia a dia da empresa, por isso, demanda cautela e exatidão. O iCom possui funções que trazem praticidade na hora de lidar com esse tributo. Auxiliando na gestão tributária e no controle do caixa, esse ERP pode contribuir para que você tenha suas finanças organizadas e tome decisões estratégicas. Faça seu orçamento aqui.

Fontes:
https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/09/16/iof-o-que-e-o-imposto-e-quem-paga.ghtml
https://www.cnnbrasil.com.br/business/entenda-o-que-e-o-iof-e-as-possiveis-consequencias-do-aumento-temporario/
https://bit.ly/2ZO7jUx
https://blog.nubank.com.br/qual-valor-do-iof/
https://riconnect.rico.com.vc/blog/iof
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/12/11/iof-imposto-sobre-operacoes-financeiras-taxa-valor-onde-e-aplicado.htm
https://www.politize.com.br/imposto-sobre-operacoes-financeiras/

Benefícios da Black Friday para o seu negócio

Entenda como a utilização de um ERP pode ampliar os benefícios da Black Friday para empresários

É difícil encontrar algum negócio que não se rendeu à Black Friday. É uma data muito popular entre os consumidores, que esperam as promoções e os descontos para fazerem suas compras. Mas, além disso, esse evento pode trazer benefícios duradouros ao empresário.

Lojas, supermercados e pequenos empreendedores não ficam de fora nesse assunto. Desde que o empresário se prepare para a Black Friday, o negócio terá ganhos com a data. Nessa organização, os recursos fornecidos pelo iCom podem ser de extrema ajuda.

Quais benefícios a Black Friday pode trazer?

Esse evento, que acontece sempre na última sexta-feira de novembro, em estabelecimentos físicos e virtuais, oferece descontos, promoções e cupons para os clientes com o objetivo de atrair fregueses e impulsionar as vendas.

Para o consumidor, está claro que a maior vantagem é a economia. Enquanto isso, para os empresários, há uma série de outros benefícios:

  • Ampliar a clientela
    Proporcionando um bom desconto, seu negócio chamará a atenção de fregueses que não te conheciam.
  • Fidelizar consumidores
    Oferecer uma boa experiência ao cliente é a chave para que ele volte e continue escolhendo o seu serviço.
  • Alavancar as vendas
    Novembro, se não fosse pela Black Friday, seria um mês de pouco movimento. Isso porque ele antecede o Natal e é em seguida do Dia das Crianças.
  • Recuperar períodos de vendas fracas
    A margem de lucro pode até reduzir, porém a quantidade de vendas pode compensar momentos anteriores.
  • Movimentar o estoque
    Colocar descontos atrativos em produtos que estão parados pode colaborar com a venda deles e, assim, girar o seu estoque.

Para aproveitar ao máximo dos benefícios que a Black Friday pode dar e se destacar no mercado, algumas práticas recomendáveis são:

  1. Interagir com o cliente, já que assim você tem uma avaliação do seu atendimento e serviço;
  2. Estender o período de oferta, para que o cliente possa analisar e conhecer sua marca;
  3. Investir em redes sociais, pois elas são uma ótima vitrine;
  4. Facilitar as compras, porque muitos clientes optam pelo parcelamento da compra.

Como o iCom pode auxiliar?

O iCom é um ótimo aliado na Black Friday. Algumas ferramentas que ele disponibiliza se encaixam muito bem nesse período, que exige um planejamento estratégico. Alguns exemplos são:

  • Na hora de montar um planejamento, o iCom fornece relatórios completos e atualizados de acordo com a realidade da empresa;
  • O iCom automatiza a gestão de estoque, facilitando a administração desse setor num momento em que a movimentação aumenta;
  • A partir da geração de dados sobre as tendências de compra, o iCom te mostra o que o cliente precisa. Assim, é possível distribuir os descontos nos produtos de forma inteligente.

Conclusão

O foco do empresário na época de Black Friday é atrair e fidelizar clientes. Essa é a maior vantagem permanente. Mas, além disso, é válido entender os mecanismos desse momento, pois também ajudam a lidar com as vendas o ano todo.

Uma ajuda ainda maior na administração do seu negócio é o apoio de um ERP, como o iCom. Usufruindo dessa tecnologia, sua empresa terá como resposta uma melhor integração, segurança e estratégia.

Fontes:
https://www.bin.com.br/pt/blog/vendas-online-na-black-friday/
https://blog.auaha.com.br/antecipar-prorrogar-black-friday/
https://www.zendesk.com.br/blog/black-friday-como-surgiu/
https://blog.cdlfor.com.br/comercio-mercado/5-vantagens-de-participar-da-black-friday/

Gestão tributária: entenda a importância de um controle fiscal de qualidade

A negligência na organização fiscal pode prejudicar o avanço da sua empresa, saiba como um ERP pode ser a solução

Manter um negócio funcionando exige organização. O setor tributário da empresa não pode passar despercebido, nem ter sua relevância subestimada. Isso porque uma boa gestão tributária pode gerar ganhos, reduzir custos e melhorar resultados.

Por isso, vamos explicar o que é gestão tributária e quais as vantagens de um ERP nesse setor. Além disso, mostraremos as consequências de uma boa gestão tributária em comparação à uma gestão ineficiente.

O que é Gestão Tributária?

Gestão tributária é o controle do pagamento de impostos de uma empresa. A atividade envolve muitas tarefas, como planejamento, análise, controle financeiro, economia e controle das contribuições.

Dentro dessa área, existem diversas funções e delimitá-las é importante para o bom funcionamento do negócio.

No setor fiscal de uma empresa, por exemplo, há várias atribuições, como: emissão de notas fiscais; acompanhamento de atualizações das normas fiscais e tributárias; apuração dos tributos; etc.

Já na parte tributária, os encargos são: fazer o planejamento tributário; viabilizar a continuidade do serviço; cuidar dos tributos cabíveis a empresa; etc.

Ambos os departamentos precisam ser eficientes para que haja uma visão ampla da companhia, assim, possibilitando que ela tome decisões assertivas e prósperas.

Num contexto como o do Brasil, no qual há muitas burocracias e a legislação fiscal está em constante mudança, é fundamental que haja uma grande atenção voltada a esse ponto.

Dessa forma, é preciso estabelecer uma rotina fiscal clara. Isso ajuda a cumprir os prazos e as regras que esse ramo exige. Por consequência, isso evita erros, minimiza falhas e diminui a probabilidade de arcar com multas e autuações.

Quais as vantagens de um ERP na gestão tributária?

Todos esses trabalhos podem ser facilitados e melhorados quando se adota um ERP. Isso porque um software te fornece dados confiáveis e regulares para identificar o tempo certo de comprar e vender produtos, precificar a mercadoria e, desse modo, manter um equilíbrio entre a receita de saída e de entrada da empresa.

Adotar um software é investir em qualidade e em otimização de processos. É uma escolha que traz uma série de vantagens, entre elas:

– Redução de erros, pois um software permite saber, calcular e medir os riscos no âmbito tributário;

– Acesso aos benefícios fiscais, já que a automação fiscal realiza uma revisão tributária que explicita os créditos fiscais;

– Tomada de decisões inteligentes e estratégicas, porque o ERP destaca as áreas que precisam de mais atenção na empresa.

Mas a inteligência fiscal vai ainda mais além. Se você ainda tem dúvidas sobre as vantagens de ter um software como aliado do seu negócio, acesse o post sobre automação fiscal.

Boa gestão tributária x Gestão tributária ineficiente

Como desenvolver uma boa gestão tributária?

Uma boa gestão tributária tem como características principais o controle e a organização. Para a estruturação de um bom planejamento tributário, o controle das provisões financeiras e um sistema tecnológico adequado são essenciais.

Com uma gestão tributária eficiente, a empresa terá uma maior probabilidade de obter um custo fiscal menor, de crescer em seu mercado e de aumentar a competitividade. Logo, é importante que o empresário dê a devida atenção para esse setor, adotando um ERP.

Como evitar uma gestão tributária insuficiente?

Enquanto isso, uma gestão ineficiente é marcada pela execução de processos internos em desconformidade com o que a legislação tributária determina. Isso pode acontecer de diversas formas, tais como pela falta de organização e de documentação e pela ausência de controle nas movimentações da empresa.

O resultado disso são os riscos tributários. Ou seja, o negócio fica vulnerável ao pagamento de impostos indevidos, confusão operacional, superavaliação patrimonial, entre outros problemas.

Além disso, esse comportamento abre espaço para autuações, multas e até medidas judiciais. Ainda é válido considerar que isso tudo mancha a imagem da empresa, que vai precisar repassar o gasto extra ao preço final do seu produto.

Conclusão

Dirigir uma empresa é difícil e envolve escolhas. A gestão tributária é complexa, principalmente pelas mudanças constantes que a legislação sofre. Logo, optar por um ERP é uma saída inteligente, prática e segura, uma vez que essa tecnologia tem como propósito atender as necessidades específicas do seu negócio.

Fontes:
https://www.alertafiscal.com.br/blog/departamento-fiscal-e-tributario-entenda-as-principais-diferencas/
https://www.blbbrasil.com.br/blog/planejamento-tributario/
https://www.segatocontabilidade.com.br/como-proteger-sua-empresa-riscos-tributarios
https://www.casamagalhaes.com.br/blog/legal-e-tributario/o-que-e-gestao-tributaria/

Pix sem internet: saiba detalhes sobre o QR Code do pagador

Entenda o que é o QR Code do pagador e como ele impacta na gestão empresarial

Já detalhamos aqui no blog duas novidades do PIX para esse ano: as funções saque e troco. Mas, ainda há mais algumas informações que o empresário precisa saber para seu negócio continuar atualizado. Uma delas é que, a partir de novembro, também haverá a possibilidade de utilizar o PIX sem internet, por meio de um QR Code do pagador.

Para saber se essa inovação se adequa à sua empresa é necessário compreender como ela funciona e como ela impacta na gestão do seu negócio. Nesse post, vamos trazer esses esclarecimentos, além de mostrar como o iCom pode ter um papel facilitador na hora de optar pela nova ferramenta do PIX.

O que é o QR Code do Pagador?

Desde que lançou o PIX em 2020, o Banco Central tem elaborado novas funções para aprimorá-lo, deixando-o cada vez mais eficiente. Como fruto dessa agenda de melhorias do serviço, a instituição anunciou em abril de 2021 o QR Code do pagador.

O QR Code do pagador é uma função que permitirá que os clientes paguem por PIX mesmo se estiverem sem internet. Dessa forma, a ferramenta fica mais democrática, pois muitas pessoas não possuem um grande pacote de dados.

O QR Code do pagador funcionará da seguinte forma: o cliente mostra o QR Code e o estabelecimento lê o código para efetuação do pagamento. O que acontece atualmente, sem essa ferramenta, é o inverso: a loja apresenta o QR Code e o freguês faz o pagamento por PIX.

Além disso, o QR Code do pagador vai proporcionar que terceiros façam pagamentos por PIX, usando um app ou um código impresso, sem ter acesso à conta de quem está pagando. Essa função será útil para que pais façam pagamentos à distância para filhos, por exemplo.

Como esta novidade vai impactar a gestão empresarial?

Haverá duas alternativas ao empresário: a modalidade básica, obrigatória para todas as instituições participantes do PIX e com funções limitadas; e a avançada, que pode ou não ser adotada pelas instituições e oferece mais opções de uso.

Versão básica do Pix Sem Internet

Na versão básica há mais restrições: o valor máximo para pagamento é de 200 reais; o acesso é liberado somente para o titular da conta; e o QR code gerado tem o limite de um único uso, que perde a validade em 5 minutos.

Versão avançada do Pix Sem Internet

Já na versão avançada as transações podem chegar a 2 mil reais; o uso é permitido pelo dono da conta e por terceiros; e o usuário pode gerar diferentes códigos para diferentes usos.

Vantagens do QR Code do Pagador

Para lojistas, receber o pagamento por meio de uma transferência PIX há vantagens, como a compensação da transação ser instantânea, diferentemente do cartão. É válido ressaltar que os clientes também vão procurar por estabelecimentos que ofereçam essa opção. Logo, as empresas que não se atualizarem, vão ficar em desvantagem.

Cabe ao empresário analisar sua realidade e ver qual é a melhor escolha para seu negócio. O iCom pode te ajudar nisso, pois ele possibilita o controle de caixa completo e registros automáticos para a comprovação em impostos. Assim, fica mais fácil tomar uma decisão estratégica, que vai contribuir com o crescimento da sua empresa.

Conclusão

Como mostramos no texto sobre o Pix Saque e o Pix Troco, novidades relacionadas ao Pix afetam seu estabelecimento. Elas surgem para facilitar a vida do cliente e também a do comerciante e ignorá-las é ficar ultrapassado. 

Para realmente ter benefícios com a chegada de novas ferramentas, é preciso saber aproveitar da melhor forma as inovações. Nesse sentido, o iCom é um grande parceiro, já que ele promove a automação de processos no negócio e sempre se mantém atualizado. Além disso, no nosso blog explicamos diversas atualizações do universo empresarial.
Confira nossos últimos posts: Desvendando o PIS e 10 erros que impedem o crescimento do seu negócio.

Fontes:
https://blog.nubank.com.br/novidades-pix-banco-central-anuncia-novas-funcoes-para-2021/
https://blog.nubank.com.br/qr-pagador-pix-vai-funcionar-sem-internet-entenda/
https://blog.nubank.com.br/qr-pagador-pix-vai-funcionar-sem-internet-entenda/
https://www.contabeis.com.br/noticias/48275/pix-opcao-qr-pagador-funcionara-mesmo-sem-internet-e-pode-ser-pago-por-terceiros/

Desvendando o PIS

Entenda o que é o Programa de Integração Social e como ele está presente na rotina das empresas

O empresário precisa pagar diversos impostos para garantir o funcionamento do seu negócio. Entre eles está o PIS, uma contribuição que muitos conhecem pelo nome, mas, muitas vezes, não sabem ao certo como é calculada e qual é sua importância.

Nesse texto, vamos trazer informações sobre a definição e as funções do PIS, além de indicar uma forma segura de lidar com esse tributo: a automação fiscal.

O que é o PIS?

O Programa de Integração Social, ou PIS, é uma contribuição social no âmbito de competência da União. Isso quer dizer que o montante arrecadado com esse programa não se destina aos Estados e municípios. Dessa forma, essa receita tem como finalidade a promoção da integração social dos trabalhadores.

Como o PIS é voltado aos funcionários de empresas privadas, a instituição responsável pela administração do dinheiro arrecadado é a Caixa Econômica Federal.

O PIS costuma ser relacionado ao COFINS, pois ambos possuem a mesma base de cálculo. Porém, eles são impostos distintos, tanto que suas regulamentações são diferentes entre si. Enquanto o PIS é instituído pela Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, o COFINS é estabelecido pela Lei Complementar nº 70, de 30 de dezembro de 1991.

Como o PIS funciona?

O PIS incide sobre a totalidade das receitas do contribuinte e é recolhido mensalmente. Há duas formas de se calcular o valor do imposto: pela incidência cumulativa ou pela incidência não cumulativa.

Além disso, é importante ter conhecimento de 3 termos para entender como funciona a cobrança do imposto: a base de cálculo, que se refere ao valor que servirá de referência à cobrança do tributo; o fator gerador, isto é, a operação de recolhimento de receita pela empresa; e os contribuintes, que diz respeito ao regime tributário.

Qual a funcionalidade desse tributo?

Para a esfera pública, o PIS é uma forma de garantir direitos determinados por lei aos trabalhadores.

Já para os empresários, pagar o PIS é uma maneira de assegurar a idoneidade do negócio, pois dessa forma há a garantia que os funcionários receberão o benefício.

Como o pagamento do tributo afeta o cotidiano empresarial?

Conduzir um negócio implica lidar com tributos. O PIS, assim como as outras contribuições, possui suas particularidades, seja no modo de fazer o cálculo, seja na periodicidade do pagamento. É por conta da existência de tantos impostos, com tantos pormenores, que gerenciar a parte tributária de uma empresa é uma tarefa muito complexa.

Entretanto, já é possível encontrar maneiras de unir praticidade e segurança nas questões tributárias. Um exemplo disso é a inteligência fiscal, que poupa tempo e diminui as chances de erro!

Tudo isso é feito por meio de um software de automação fiscal, como explicamos nesse post. O iCom oferece essa solução, faça já seu orçamento!

Fontes:
https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/pis/Paginas/default.aspx/DVWA
https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/pis/Paginas/default.aspx

Confira as principais características da COFINS

Entenda como o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social afeta o cotidiano empresarial

Os encarregados em lidar com a rotina fiscal de uma empresa sabem que existem muitos impostos e que cada um deles tem sua particularidade. Mas uma coisa eles têm em comum: seu pagamento é indispensável para o bom desempenho da empresa.

Por isso, é importante entender os pontos mais relevantes sobre a COFINS e como o iCom pode trazer praticidade e segurança ao setor tributário da sua empresa.

O que é COFINS?

COFINS é a sigla para Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. Trata-se de um imposto federal, cobrado com base na receita bruta das empresas.

O tributo em questão foi criado em 1991, instituído pela Lei Complementar 70. Ele deve ser pago pela maioria das empresas. As exceções são: o Microempreendedor Individual (MEI), as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP), que estão enquadradas no regime tributário Simples Nacional.

Para pagar a COFINS é necessário emitir o Documento de Arrecadação de Receita Federal, ou DARF, que possui uma guia para cada imposto. O prazo para o pagamento é sempre o dia 25 de cada mês.

Junto com a COFINS, também é cobrado o PIS. Mas é válido ressaltar que eles são impostos distintos, com alíquotas e finalidades diferentes.

Qual a finalidade desse imposto?

A COFINS tem a função de arrecadar verba para o financiamento da seguridade social. Ou seja, o governo destina esse dinheiro à previdência, à saúde e à assistência social aos trabalhadores, por exemplo.

Enquanto isso, para o empresário, o pagamento desse tributo serve para ter conhecimento dos custos de sua mercadoria e também para se manter regular perante ao fisco.

Como é o pagamento desse tributo?

A COFINS é calculada a partir da receita total da empresa. Há duas opções para a cobrança do imposto: por meio do regime cumulativo, para companhias com lucro presumido, com uma alíquota de 3%; ou pelo regime não cumulativo, para negócios com lucro real, tendo a alíquota de 7,6%. 

Por mais que uma das modalidades pareça mais barata, é preciso de uma análise individual a fim de decidir o que compensa para cada negócio. Isso porque somente o regime não cumulativo oferece o benefício do recolhimento da diferença entre débitos e créditos. Desse modo, o regime cumulativo não permite nenhum desconto de crédito.

Quando se fala em COFINS, de que forma o iCom pode auxiliar?

Assim sendo, percebe-se que o empresário tem muitos deveres e obrigações para manter um negócio operando adequadamente. A COFINS é só um dos diversos impostos que uma companhia tem que lidar e apenas ela já demanda muita atenção do comerciante para ser paga na forma mais vantajosa e para não ocorrer atrasos ou incoerências.

Pensando em trazer soluções para o setor tributário de uma empresa, o iCom possui Inteligência artificial em seu software. O resultado disso é uma rotina fiscal organizada e eficiente, como explicamos nesse post sobre automação tributária.

Fontes: 
https://nfe.io/blog/financeiro/o-que-e-cofins/
https://fgvprojetos.fgv.br/sites/fgvprojetos.fgv.br/files/artigo_schontag_cofins.pdf

Fique por dentro das últimas modificações na Tabela da Nomenclatura Comum do Mercosul

Saiba como seu negócio pode lidar com a atualização da Tabela NCM que entrará em vigor em outubro

A Tabela NCM é extensa e costuma ser alterada de tempos em tempos com a adição de novos códigos, e retirada de outros. A mudança mais recente passará a valer no dia 1 de outubro.

Apesar da tabela em questão ser disponibilizada pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), é muito mais cômodo e eficiente ter o apoio de um ERP para encarar tantos códigos. Para facilitar, a i12 Sistemas explica tudo o que você precisa saber sobre a Nomenclatura Comum do Mercosul, as modificações mais atuais da Tabela NCM e como otimizar seu negócio.

O que é a NCM?

A Nomenclatura Comum do Mercosul, ou NCM, é um código utilizado para identificar e categorizar produtos comercializados no Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A Nomenclatura é composta por 8 dígitos e é obrigatória em notas fiscais.

Para evitar multas e outros problemas, é preciso preencher o código corretamente. Logo, isso requer estar atento à tabela NCM e suas alterações.

Quais são as mudanças mais recentes?

A partir de outubro de 2021, a Tabela NCM terá algumas atualizações: serão excluídos 10 códigos e introduzidos outros 10. As alterações foram determinadas na Resolução Gecex n° 245, do dia 9 de setembro e publicada no DOU no dia 13 de setembro.

Além disso, é importante lembrar que a tabela passou por outras modificações esse ano. Em junho de 2021, por exemplo, foi publicada a versão 2.00 da Nota Técnica 2016.003, determinando a exclusão de 14 NCMs e a inclusão de 49 NCMs. Em fevereiro de 2021, também foi anunciada outra mudança, válida a partir de abril, que inclui dois códigos e excluiu outros dois.

Por que é vantajoso ter o iCom como aliado quando se fala em NCM?

Percebe-se que a Tabela NCM é extensa e complexa, além de ser modificada com frequência. Assim, para não ter problema com essas mudanças, é importante que seu negócio esteja alerta!

O iCom auxilia as empresas no acompanhamento das alterações tributárias de forma automática, por conta da sua plataforma online e das suas atualizações constantes. O resultado disso é segurança e praticidade na sua rotina fiscal.

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