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CSLL: veja tudo que você precisa saber sobre esse tributo

Entenda o que é e a quem interessa a Contribuição Social Sobre Lucro Líquido. Saiba também como fazer o pagamento do imposto e muito mais.

Uma coisa é certa para todos os negócios: não dá para fugir dos impostos. No Brasil, a legislação tributária tem muitos detalhes, além de ser alterada com frequência.

Entre os diversos tributos, está a Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL). E, como ela está presente na rotina das empresas, é muito importante ficar ciente do que é a CSLL, a quem ela interessa, como pagar e muito mais.

O que é a CSLL?

CSLL é a sigla para Contribuição Social Sobre Lucro Líquido e faz referência a um tributo de competência da União. A CSLL incide sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas, ou seja, sobre o que a empresa realmente ganhou.

Como os impostos no Brasil estão sempre sendo modificados, é possível imaginar que nem sempre a CSLL foi da forma que é hoje. Esse tributo surgiu com a Constituição Federal de 1988, instituída pela Lei n° 7.689/88. Em legislações seguintes, a contribuição foi se modificando, até se estabelecer nos moldes que vigoram hoje.

A quem a CSLL interessa?

A CSLL é importante, especialmente, para as pessoas jurídicas, incluindo quem é MEI. Isso porque o funcionamento de um negócio requer que ele lide com questões burocráticas, tal como o pagamento de contribuições ao governo.

Para o país, a CSLL é essencial, pois é um recurso que banca a seguridade social. Isto é, com o montante arrecadado por esse tributo, a união investe na aposentadoria, na saúde pública, etc.

Conheça outras contribuições sociais

Além da CSLL, existem outras contribuições sociais. Aqui, vale destacar que as contribuições sociais são aquelas que já têm uma determinada finalidade. No caso da CSLL, por exemplo, é a seguridade social. Veja abaixo outros:

  • Cofins: cobrado com base na receita bruta das empresas e destinado para a seguridade social;
  • CPP: é um regime de simplificação tributária que agrupa todos os impostos pagos por micro e pequenas empresas em apenas uma guia.

Como pagar a CSLL?

O cálculo da CSLL, normalmente, depende de qual escolha é feita pelo empresário, sendo que ele possui as seguintes opções:

– Lucro real trimestral;

– Lucro real anual;

– Lucro presumido;

– Regime nacional simplificado.

Já sobre as alíquotas, existem três: 9% como regra geral; 15% para casos específicos; e 20% para bancos e agências de fomento.

Os microempreendedores individuais (MEI’s) também precisam pagar a CSLL. No entanto, o tributo já está presente na guia do DAS-MEI.

Como o iCom pode ajudar?

O iCom organiza a rotina fiscal das empresas por meio da automação tributária. Dessa forma, contar com esse ERP para lidar com a CSLL pode ser muito vantajoso, uma vez que haverá menos chances de erros de cálculo, atrasos e, por consequência, multas e taxas extras.

Fontes:
https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/tributos/CSLL
https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/csll-o-que-e-20082021
https://www.cora.com.br/blog/o-que-e-lucro-liquido/
https://blog.nubank.com.br/o-que-e-csll/

Desvendando a Contribuição Previdenciária Providencial

Entenda o que é a CPP, como funciona e saiba também como ela impacta no seu negócio

Ao fazer o planejamento financeiro de uma empresa é preciso considerar os tributos. Estar em dia com o fisco é fundamental para o bom funcionamento do negócio. Caso contrário, a companhia precisa arcar com multas e juros, o que consome parte significativa do faturamento do estabelecimento.

No caso da Contribuição Previdenciária Providencial, há minúcias relacionadas à obrigatoriedade de recolhimento. Por isso, vale entender melhor o que é, como funciona e a quem importa essa contribuição.

O que é a Contribuição Previdenciária Providencial?

A Contribuição Previdenciária Providencial, conhecida também como CPP, é um regime de simplificação tributária que agrupa todos os impostos pagos por micro e pequenas empresas em uma somente uma guia do Simples Nacional. Entre os tributos reunidos pela CPP, estão:

  • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Imposto sobre Circulação de Serviços (ISS);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Programa de Integração Nacional (PIS).

Como funciona o pagamento da CPP?

A alíquota da Contribuição Previdenciária Providencial varia conforme o regime tributário adotado pela empresa, sendo que seu valor pode alcançar os 20% dos salários. O cálculo exato é feito a partir da remuneração total paga aos colaboradores da companhia.

Vale lembrar que os negócios com limite de receita bruta anual de até R$4,8 milhões são obrigados a recolher os impostos por meio da CPP. Isso porque, dessa forma, os direitos previdenciários dos funcionários da empresa são assegurados.

A quem interessa a Contribuição Previdenciária Providencial?

Na parte governamental, a CPP interessa ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social, pois a contribuição está vinculada a esse órgão. Isso significa que a CPP é utilizada para financiar a previdência social.

Já para as empresas, a Contribuição Previdenciária Providencial também é importante. Isso porque os estabelecimentos precisam estar atentos às situações em que é obrigatório recolher a CPP.

Além disso, as companhias devem entender como funciona o cálculo da contribuição, já que a cobrança é feita de acordo com a atividade econômica da empresa. Vale destacar que as atividades existentes são descritas em 5 anexos diferentes.

Qual a relação entre a Contribuição Previdenciária Providencial e o MEI?

Desde 2009, negócios que contratam serviços prestados por Microempreendedor Individual (MEI) de determinadas categorias, como pintura, alvenaria e eletricidade, devem recolher a Contribuição Previdenciária Providencial. Isso é determinado pelos termos do inciso III do caput e do § 1º do art. 22 da Lei nº 8.212 de 1991.

 Fonte:
https://www.qipu.com.br/blog/o-que-e-cpp
https://blog.meifacil.com/duvidas/contrato-prestacao-de-servicos-cpp/

Desvendando a “Rejeição 656 – Consumo Indevido”

Conheça as mudanças das regras de uso e consultas de Notas Fiscais via WebService e como fugir de bloqueios

 No dia 25 de fevereiro, uma nota assinada pela Receita Federal alertava, sem aviso prévio, a paralisação do WebService de Distribuição de DF-e, serviço responsável pela verificação de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) destinadas a downloads (“baixas”).

A paralisação do serviço ocorreu devido ao excesso de utilização indevida por seus usuários. Por isso, houve uma atualização das Regras de Uso, visando maiores restrições quanto ao uso e à frequência de consultas, a fim de garantir um bom funcionamento da plataforma.

O que caracteriza o uso indevido do WebService de Distribuição de DF-e?

A partir do último dia 10, entraram em vigor as novas Regras de Uso Indevido. Para manter-se longe dos erros e garantir um bom funcionamento de suas XMLs, confira o que caracteriza principais rejeições:

“Rejeição: Consumo indevido. Deve ser aguardado 1 hora para efetuar nova solicitação caso não existam mais documentos a serem pesquisados. Tente após 1 hora”

Quando não há mais documentos a serem retornados, a mensagem “cStat=137” aparecerá indicando que o usuário deve aguardar uma hora para dar continuidade a suas consultas. 

Caso persista, o usuário terá seu CNPJ bloqueado por 1h e, desta forma, impedido de realizar novas consultas. Após este tempo, o CNPJ é desbloqueado automaticamente.

Rejeição: Consumo indevido. Deve ser utilizado o ultNSU nas solicitações subsequentes. Tente após 1 hora”

As consultas realizadas devem basear-se sempre nos Números Sequenciais Únicos das NFes (NSU) retornado na consulta anterior, uma vez que o valor do ultNSU corresponde ao ponto a partir do qual a leitura dos blocos de documentos deve continuar.

Quando o ultNSU for igual ao valor do maxNSU retornado anteriormente, significa que não há mais documentos a serem recuperados. Este caso caracteriza o uso indevido e sujeitará o usuário a 1 hora de bloqueio.

656 – Consumo indevido – ultrapassou o limite de 20 consultas por hora

Há um limite de consultas por chave de acesso ou NSU em um período de 1 hora. Caso o limite de 20 consultas seja ultrapassado, o usuário será impedido de realizar consultas durante um intervalo de 1 hora. Após este período, o desbloqueio ocorre automaticamente.

O que acontece em casos de rejeição?

Em todos os casos de rejeição citados anteriormente, o usuário é sujeito a um bloqueio automático de sua CNPJ por 1 hora. Além disso, caso haja novas tentativas de atividade durante o tempo de bloqueio, a contagem é zerada e reiniciada, até que se complete 1 hora.

Como adequar seu Sistema iCom às novidades?

Para manutenção de seu funcionamento de acordo com as novas Regras, seu Sistema iCom deverá ser atualizado. A atualização de sua versão do ERP ocorre mediante a um agendamento, sem custos adicionais. Agende agora por aqui.

Em nosso ERP, o iCom, a funcionalidade de consultas por WebService é gratuita, incremental e funciona mediante a disponibilização em lote sobre as regras da Receita Federal do Brasil. Desta forma, as empresas que não adotam esta função não sofrerão a necessidade de atualização da versão ERP vigente. 

De qualquer forma, vale ressaltar que não existirá nenhuma alteração monetária favorável ou desfavorável aos usuários que estarão com o serviço paralisado temporariamente.

Fonte: https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/informe.aspx?ehCTG=false&Informe=0cu/yBLKrCs=

Como a onda do Consumo Consciente pode impactar o seu negócio?

Consumo Consciente: entenda as novas preocupações dos seus fregueses e se adeque a elas

Com as mudanças climáticas cada vez mais evidentes, um novo assunto tem conquistado espaço e relevância: o Consumo Consciente. Isso significa que os clientes têm tido o meio ambiente como prioridade na hora de escolher com qual empresa fazer negócio.

Essa nova tendência incentivou as companhias a se esforçarem para atender às novas demandas do consumidor. Dessa forma, produtos e serviços que prezam pela sustentabilidade estão se espalhando e o Consumo Consciente está se consolidando como um setor específico.

O que é Consumo Consciente?

Tomar um copo de água, utilizar uma roupa e mexer no celular. Todos esses atos têm algo em comum: o consumo. O consumo é feito pelas pessoas a todo momento e é essencial para a vida.

Porém, alguns consumos impactam negativamente o meio ambiente. Isso acontece quando há desperdício ou gasto desnecessário dos recursos que estão sendo utilizados.

Pensando em melhorar essa questão, surge o Consumo Consciente. Ele vai de encontro com a ideia de evitar gastos exagerados e sem necessidades. O termo se refere a um consumo que passa por reflexões, como: por que consumir, como consumir e de quem consumir.

O propósito desta linha de raciocínio é que haja preocupação com a sociedade e com a natureza na hora de fazer uma compra. Então, resumindo: o consumidor consciente é aquele que, antes de fazer uma compra e escolher uma marca, considera o meio ambiente, os animais, a saúde humana e as relações de trabalho.

Como o Consumo Consciente impacta seus negócios?

Com o aumento no número de pessoas que mudaram sua forma de consumir, as empresas são pressionadas a adotar atitudes mais sustentáveis.

Logo, seu negócio sofre um forte impacto com a consolidação do Consumo Consciente. Isso porque o cliente definirá suas compras a partir desse ideal. Ou seja, o consumidor irá buscar por estabelecimentos que sejam ecologicamente e socialmente responsáveis.

Dessa forma, para manter um bom relacionamento com o cliente, a empresa precisará se adequar às exigências feitas por ele. Na prática, o freguês deseja que a empresa esteja alinhada com propósitos sustentáveis. Isso pode ser feito de diversas maneiras, como:

  • Diminuindo embalagens de plástico;
  • Oferecendo produtos de qualidade, que sejam duráveis;
  • Assegurando os direitos dos funcionários;
  • Desenvolvendo embalagens sustentáveis;
  • Descartando corretamente os insumos utilizados nas produções.

Por que o Consumo Consciente é uma tendência?

As pessoas estão convencidas dos prejuízos que o abuso excessivo dos recursos naturais estão trazendo para o planeta. Por conta disso, elas não querem fazer parte desse problema, mas sim colaborar com a solução dele. Então, o Consumo Consciente vem como uma forma de minimizar os impactos negativos na natureza e na sociedade.

Conforme mais pessoas aderem a esse estilo de vida, mais forte a tendência do Consumo Consciente se torna. Isso afeta os interesses comerciais: os consumidores buscam por produtos que estejam alinhados com seus ideais e as empresas mudam seus conceitos para seguirem a tendência.

Fidelização do cliente: entenda a importância dessa prática

Saiba como funciona a fidelização do cliente e como o iCom pode ajudar seu negócio

No dia 15 de março, celebra-se o Dia do Consumidor. Os estabelecimentos, a fim de captar clientes, aproveitam e transformam essa data em um evento, repleto de promoções e condições especiais. Mas, depois de atrair esses fregueses, surge um desafio maior: o de fidelizá-los.

A fidelização de clientes é essencial para as empresas, uma vez que a prática potencializa os lucros da companhia. Segundo a pesquisa da Harvard Business Review, clientes fidelizados podem representar aumentos de até 95% no faturamento das empresas. Esse dado confirma a importância de se entender o que é a fidelização de clientes e como investir na experiência do consumidor.

O que é a fidelização de clientes?

A fidelização de clientes se refere ao processo de assegurar que o freguês terá uma experiência positiva em sua empresa, e, dessa forma, voltará a comprar nele. Em outras palavras, pode-se dizer que a fidelização de consumidores consiste em estabelecer uma relação de confiança com a sua freguesia.

A prática de fidelizar clientes pode ser aplicada tanto com fregueses antigos, que já fazem negócio com a empresa há mais tempo e seguem preferindo ela; ou com clientes novos, que passam a fazer negócio frequentemente com a empresa.

Preocupe-se com a fidelização do cliente

Ter estratégias que visam a fidelização de clientes é indispensável para a prosperidade do negócio, independente do segmento e do porte da empresa.

Confira alguns motivos para buscar a fidelização de seus clientes:

  • Reter consumidores custa menos que conquistá-los;
  • A fidelização de clientes promove uma boa imagem da marca;
  • Clientes fidelizados recomendam a marca, o que traz mais fregueses;
  • Fregueses fidelizados compram mais;
  • Clientes fidelizados colaboram com a previsibilidade do caixa da empresa;
  • Fidelizar consumidores potencializa o crescimento da empresa.

Invista na experiência do consumidor

Diversas estratégias podem ser adotadas pensando em fidelizar clientes. A experiência do consumidor é a chave para isso. Visando alcançar a satisfação do consumidor, alguns pontos precisam ser observados, como:

  • Tendência de mercado;
  • Marketing de fidelização;
  • Inovação;
  • Qualidade dos produtos/serviços;
  • Flexibilidade;
  • Programas de fidelidade;
  • Motivação da equipe;
  • Relacionamento humanizado;
  • Monitoramento do pós-venda;
  • Agilidade no atendimento.

Como a agilidade no atendimento pode fidelizar o cliente?

Ter um atendimento ágil demonstra organização do negócio e preocupação com o cliente. Oferecer um serviço com agilidade, sem perder a qualidade, é uma das melhores formas de reter fregueses. Isso porque as pessoas possuem a vida cada vez mais agitada e, por consequência, buscam soluções rápidas e eficazes para suas demandas.

Outra vantagem de ter agilidade no atendimento é o resultado. A lógica é simples: quanto mais ágil o atendimento, mais clientes serão atendidos em menos tempo. Logo, há aumento nas vendas e nos lucros.

Quando se fala em otimizar processos e ganhar agilidade é fundamental tratar sobre os ERPs, como o iCom. Softwares como esse trazem segurança, eficiência e economia para as empresas. Isso porque, como eles automatizam trabalhos manuais, sobra mais tempo para que a empresa tome decisões estratégias e invista em melhorias. Faça aqui o seu orçamento!

É possível utilizar a NFC-e sem o SAT?

Entenda como a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica e o SAT funcionam em São Paulo e como o iCom pode te ajudar a lidar com esses documentos

A resposta dessa questão é que a emissão exclusiva da NFC-e pelo contribuinte de São Paulo é possível apenas em alguns casos. Isso porque ao utilizar somente a NFC-e, você não estará de acordo com a legislação do Estado.

Como assim?

Em São Paulo, o contribuinte pode emitir seus documentos fiscais utilizando a NFC-e; no entanto, ele é obrigado pela Secretaria da Fazenda de São Paulo (SEFAZ-SP) a comprar e ativar um equipamento SAT. Resumindo, utilizar a NFC-e implica em adquirir um SAT, uma vez que contribuintes sujeitos ao recolhimento de ICMS são obrigados a ter, no mínimo, um desses aparelhos.

O que é NFC-e?

NFC-e é a sigla para Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. A NFC-e é um documento que existe somente no ambiente digital; dessa forma, sua emissão e seu armazenamento são eletrônicos.

A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica tem como objetivo registrar as operações comerciais de venda e é utilizada na venda ao consumidor final.

A criação da NFC-e se deve a diversos propósitos, tais como:

  • Diminuir a quantidade de documentos fiscais;
  • Atualizar procedimentos;
  • Reduzir custos de obrigações acessórias aos contribuintes;
  • Melhorar o controle fiscal;
  • Possibilitar que o consumidor verifique a validade e a autenticidade do documento fiscal recebido;
  • Facilitar a comunicação entre consumidor, fisco e contribuinte;
  • Definir um padrão nacional de documento fiscal eletrônico aos estabelecimentos.

O que é SAT?

SAT é a sigla para Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos. Em síntese, o SAT é um documento fiscal eletrônico do consumidor, válido somente no estado de São Paulo.

A utilização do SAT não requer conexão ininterrupta com a internet , pois ele tem capacidade de armazenar as informações localmente e enviá-las de tempos em tempos ao fisco.

A principal diferença entre o NFC-e e o SAT é que, enquanto o NFC-e é um software, o SAT é um hardware.

Como o iCom pode ajudar?

Dificilmente um negócio consegue escapar do uso do SAT no Estado de São Paulo. Logo, é de extrema importância saber lidar com esse equipamento.

O iCom pode auxiliar os negócios varejistas a utilizar o SAT com eficiência. Isso porque, assim que o consumidor faz a compra, este ERP formata todos os dados de acordo com as exigências do SAT. Além disso, o iCom imprime o extrato do CF-e-SAT em uma impressora comum por meio da chave de acesso gerada anteriormente.

Todo esse processo, com o iCom, é feito de forma rápida e segura, promovendo a fidelidade fiscal do seu negócio e a agilidade de caixa. Obtenha essas facilidades fazendo seu orçamento aqui.

Fontes:
https://sischef.com/blog/sat
http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1519

O que fazer quando a NFS-e é rejeitada?

Fique por dentro da definição e dos motivos de rejeição da nota fiscal de serviços eletônica; saiba também como lidar com esse problema

Um problema comum na rotina de uma empresa é ler o aviso “NFS-e rejeitada”. Praticamente todos que trabalham com prestação de serviço e precisam emitir nota fiscal frequentemente já passaram por isso.

E o que fazer ao ler a mensagem “NFS-e rejeitada”? O que significa esses status? Como resolver o problema?

Saber as respostas dessas perguntas é essencial para todos os negócios. Companhias de pequeno, médio ou grande porte têm que lidar com a questão. Isso porque o funcionamento de uma empresa depende da emissão e gestão de documentos fiscais eletrônicos. Neste post, explicamos os principais pontos sobre a NFS-e.

 O que é NFS-e?

NFS-e é a sigla para Nota Fiscal de Serviços Eletrônica. Na prática, a NFS-e é a versão digital da nota fiscal de serviços. Logo, ela registra e comprova as operações de prestação de serviços da empresa. 

A NFS-e surgiu com o objetivo de facilitar a vida do empresário e se adequar a uma dinâmica de mercado mais moderna.

Em comparação com a nota fiscal impressa, a NFS-e traz benefícios como:

  • Redução de custos com impressão;
  • Simplificação de processos;
  • Agilidade no acesso às informações;
  • Oportunidade de automação.

Por que a NFS-e é rejeitada?

O status de rejeição aparece quando uma NFS-e é enviada e não é aprovada. Um código aparece automaticamente para indicar que há erros na emissão da NFS-e. O objetivo desse aviso é que a empresa corrija o problema imediatamente.

Geralmente, a NFS-e é rejeitada por erros, inconsistências ou falhas na validação das informações apresentadas ao órgão autorizador. Alguns problemas comuns são:

  • CNPJ inválido: se esse for o problema, a mensagem de rejeição terá o número 207; no geral, isso acontece por colocar dígitos a mais ou a menos; ou também por errar a ordem do número;
  • Certificado vencido: acontece quando expira o prazo de validade do certificado digital configurado para ser utilizado pelo sistema;
  • Documento em conflito: representado pelo código 204, significa que houve falhas na comunicação com a prefeitura.

No caso de algum dado inconsistente, basta corrigir a informação e tentar fazer a emissão novamente. O processo completo para isso é o seguinte:

  1. Primeiramente, identifique o motivo responsável pela rejeição; 
  2. Então, corrija as informações e reenvie o documento;
  3. Se a mensagem de rejeição persistir, é preciso interpretar novamente o motivo da rejeição;
  4. É válido também utilizar notas fiscais antigas parecidas para fazer comparações;
  5. Além disso, é possível buscar no site da prefeitura um FAQ para tirar dúvidas e ajudar a resolver o problema.

Como um ERP pode ajudar?

Para ter sucesso na emissão de notas fiscais de serviço eletrônicas é preciso cumprir com exatidão as normas jurídicas e fiscais. Isso exige muita atenção às minúcias do procedimento, principalmente quando a empresa atribui essas tarefas ao trabalho exclusivamente manual.

Uma solução para evitar dores de cabeça é investir num software de Planejamento de Gestão Empresarial (ERP), como o iCom. Adotando essa tecnologia, o processo de emissão de notas fiscais será automatizado, trazendo muitas vantagens, tais como:

  • Diminuição da taxa de erros;
  • Controle eficiente da emissão da NFS-e;
  • Melhora da competitividade da empresa;
  • Integração dos processos financeiros.

Faça já o seu orçamento aqui!

Fontes:
https://blog.vinco.com.br/casos-em-que-pode-ocorrer-a-rejeicao-de-nota-fiscal-eletronica/
https://blog.contaazul.com/nfs-e

Por que adotar o iCom em 2022?

Saiba como a adoção de um ERP deixa seu negócio alinhado às tendências de mercado

O mercado é extremamente dinâmico. As tendências e as normas estão sempre em mudança e estar atento a isso é um grande diferencial para sua empresa. Com a crise sanitária, as alterações nesse ramo foram mais rápidas e, agora, é preciso se preparar para o pós-pandemia.

Para 2022, já existem algumas previsões e a maioria delas vão ao encontro da tecnologia. Alguns exemplos de expectativas para esse novo ano são a consolidação do e-commerce e a ampliação do uso da automação tributária. Daqui em diante, a inovação é o caminho e, para saber lidar com elas, é importante ter como o aliado um ERP, como o iCom.

Por que a inovação é a principal tendência mercadológica para 2022?

Durante a crise sanitária, a tecnologia se mostrou a solução para diversos problemas. Reuniões durante o lockdown? Tecnologia, com as vídeochamadas. Lojas físicas fechadas? Tecnologia, com o e-commerce. Ou seja, a tecnologia foi a resposta para muitos desafios gerados pela pandemia.

Dessa forma, a promessa de que a tecnologia dominaria os ambientes empresariais foi confirmada com a crise de Covid-19. O digital já está presente e se mostrou eficiente também na organização das empresas, isso porque um Software de Planejamento de Gestão Empresarial (ERP) integra o gerenciamento de compras, vendas e processos financeiros, facilitando o planejamento do negócio.

Quais inovações o iCom proporciona?

A lista de benefícios ligados à tecnologia oferecidas pelo iCom é longa. Algumas vantagens importantes são:

Soluções personalizadas

O iCom é feito para atender as necessidades específicas de cada negócio, se adequando a realidade da empresa.

Atualização constante

O sistema do iCom se atualiza de forma automática. Isso quer dizer que sua empresa estará sempre acompanhando as mudanças em diversas áreas, como modificações em legislações e regras federais.

Automação de processos

Automatizar a gestão de estoques, o controle de fluxo de caixa e a emissão de boletos impulsiona a produtividade da empresa.

Inteligência fiscal

Quando uma empresa utiliza um software para fazer sua gestão de tributos, ela conta com a tecnologia de uma inteligência fiscal. O iCom oferece esse serviço, que é de grande valia, pois é seguro, cômodo e eficaz.

Maior produtividade

Com menos tempo gasto em processos manuais, sobra mais tempo para decisões pensadas de forma estratégica e inteligente. Logo, a eficiência da sua empresa tende a melhorar.

Conclusão

Não tem mais como ignorar a tecnologia na gestão de uma empresa. Ela faz parte de todos os processos, desde o funcionário até o cliente.

Por isso, investir num ERP, como o iCom, traz praticidade, colabora com o crescimento da sua empresa e faz com que o seu negócio se destaque no mercado.

Fontes:
https://www.ludospro.com.br/blog/tendencias-do-mercado-de-trabalho
https://fdr.com.br/artigos/pandemia-mudou-o-mercado-e-o-mercado-mudou-suas-oportunidades-entenda/
https://dicas.vestibulares.com.br/futuro-mercado-de-trabalho/

Conheça 8 erros a serem evitados na gestão tributária da sua empresa

Fique por dentro dos obstáculos mais comuns na administração tributária e saiba como solucioná-los

Muita burocracia, tributos e diversas mudanças na legislação. Esses são alguns dos motivos que fazem a gestão tributária de um negócio ser extremamente complexa. Lidar com tudo isso enquanto cumpre prazos e pensa em estratégias para não pagar além do que deve, é um verdadeiro desafio aos empresários.

Conhecer os erros mais comuns é uma forma de se prevenir, afinal, com essas informações fica mais fácil saber os pontos que precisam de mais atenção. Por isso, vamos listar 8 erros comuns numa administração tributária ineficiente. Além disso, mostraremos como o iCom melhora a relação da sua empresa com as questões tributárias.

1- Erros de codificação no produto, sua origem e seu destino

Existem diferenças na classificação de cada produto conforme estado de origem ou de destino. As normas são minuciosas e específicas e, por isso, exigem muita atenção do responsável pelo setor tributário da empresa.

Para tornar esse serviço mais prático, conte com o iCom. Essa tecnologia evita enganos por meio da inteligência fiscal, que garante a codificação fiscal correta.

2- Falhar na escolha do regime tributário

Os regimes tributários mais adotados são Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional. Entender qual categoria se enquadra melhor no seu negócio é essencial, visto que cada modalidade tem seu funcionamento e pode impulsionar ou prejudicar seu lucro.

Com o iCom, a empresa adquire um fluxo de informações otimizado, permitindo uma tomada de decisões estratégicas, inteligentes e eficazes.

3- Menosprezar o impacto de um erro tributário

Acreditar que os problemas de uma rotina tributária ineficiente se limitam a pequenas multas é um equívoco. Isso porque há outras punições, como, por exemplo, as sanções administrativas.

Montar um planejamento tributário pode ser uma boa ideia, a fim de evitar gastos desnecessários e aumentar o lucro. Para essa decisão estratégica, contar com o apoio de um ERP é muito vantajoso, uma vez que ele produz relatórios completos baseados na realidade da empresa.

4- Ignorar as obrigações acessórias

Esses dados são exigidos pelas autoridades, e é importante apresentá-los para que sua empresa continue operando sem adversidades. O iCom pode ser um grande parceiro nesse sentido, já que uma de suas funções é automatizar a emissão de notas fiscais e fazer um controle de estoque inteligente.

5- Não monitorar as mudanças na legislação

Os órgãos responsáveis pelos tributos alteram as normas periodicamente. O seu negócio precisa se adequar às regras para que se mantenha em dia com o Fisco. Um ERP facilita o acompanhamento dessas modificações, porque possui um sistema que se atualiza automaticamente, ajustando-se às mudanças nas regras em nível Estadual e Federal.

6- Desprezar os avanços tecnológicos

Em uma empresa, existem diversos processos manuais que podem ser substituídos pela tecnologia. O resultado é economia de tempo, dinheiro e energia e aumento de produtividade e lucro. O iCom proporciona isso tudo: fazendo preenchimentos automáticos, emitindo documentos, entre outras funcionalidades.

7- Bagunça com prazos

Perder a data de vencimento de algum tributo acarreta diversos problemas, que vão desde arcar com multas e juros até dificuldade de acesso ao crédito. A automação tributária oferecida pelo iCom impede que isso aconteça, evitando retrabalhos e erros.

8- Não integrar os setores da empresa

Para que a empresa tenha um bom funcionamento é preciso que os setores estejam interligados. Com uma faceta administrativa completa, o iCom permite que toda equipe verifique as informações necessárias.

O seu negócio só tem a ganhar com uma gestão tributária eficiente. São muitos benefícios: priorização de outras tarefas; organização e padronização de processos; velocidade na procura de informações; etc.

Uma forma confiável e competente de conquistar uma boa administração tributária é adotar um ERP, como o iCom. A automação de processos surgiu para ser o braço direito do empresário em diversos setores, inclusive no tributário.

Fontes:
https://blog.synchro.com.br/4-erros-de-gestao-tributaria-e-fiscal-que-sua-empresa-deve-evitar/
https://blog.fdstributario.com.br/confira-erros-de-gestao-tributaria-que-sua-empresa-deve-evitar/
https://www.jornalcontabil.com.br/os-3-principais-riscos-em-atraso-com-as-obrigacoes-tributarias/

Desvendando o PIS

Entenda o que é o Programa de Integração Social e como ele está presente na rotina das empresas

O empresário precisa pagar diversos impostos para garantir o funcionamento do seu negócio. Entre eles está o PIS, uma contribuição que muitos conhecem pelo nome, mas, muitas vezes, não sabem ao certo como é calculada e qual é sua importância.

Nesse texto, vamos trazer informações sobre a definição e as funções do PIS, além de indicar uma forma segura de lidar com esse tributo: a automação fiscal.

O que é o PIS?

O Programa de Integração Social, ou PIS, é uma contribuição social no âmbito de competência da União. Isso quer dizer que o montante arrecadado com esse programa não se destina aos Estados e municípios. Dessa forma, essa receita tem como finalidade a promoção da integração social dos trabalhadores.

Como o PIS é voltado aos funcionários de empresas privadas, a instituição responsável pela administração do dinheiro arrecadado é a Caixa Econômica Federal.

O PIS costuma ser relacionado ao COFINS, pois ambos possuem a mesma base de cálculo. Porém, eles são impostos distintos, tanto que suas regulamentações são diferentes entre si. Enquanto o PIS é instituído pela Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, o COFINS é estabelecido pela Lei Complementar nº 70, de 30 de dezembro de 1991.

Como o PIS funciona?

O PIS incide sobre a totalidade das receitas do contribuinte e é recolhido mensalmente. Há duas formas de se calcular o valor do imposto: pela incidência cumulativa ou pela incidência não cumulativa.

Além disso, é importante ter conhecimento de 3 termos para entender como funciona a cobrança do imposto: a base de cálculo, que se refere ao valor que servirá de referência à cobrança do tributo; o fator gerador, isto é, a operação de recolhimento de receita pela empresa; e os contribuintes, que diz respeito ao regime tributário.

Qual a funcionalidade desse tributo?

Para a esfera pública, o PIS é uma forma de garantir direitos determinados por lei aos trabalhadores.

Já para os empresários, pagar o PIS é uma maneira de assegurar a idoneidade do negócio, pois dessa forma há a garantia que os funcionários receberão o benefício.

Como o pagamento do tributo afeta o cotidiano empresarial?

Conduzir um negócio implica lidar com tributos. O PIS, assim como as outras contribuições, possui suas particularidades, seja no modo de fazer o cálculo, seja na periodicidade do pagamento. É por conta da existência de tantos impostos, com tantos pormenores, que gerenciar a parte tributária de uma empresa é uma tarefa muito complexa.

Entretanto, já é possível encontrar maneiras de unir praticidade e segurança nas questões tributárias. Um exemplo disso é a inteligência fiscal, que poupa tempo e diminui as chances de erro!

Tudo isso é feito por meio de um software de automação fiscal, como explicamos nesse post. O iCom oferece essa solução, faça já seu orçamento!

Fontes:
https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/pis/Paginas/default.aspx/DVWA
https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/pis/Paginas/default.aspx

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