Categoria: Sistemas

CSLL: veja tudo que você precisa saber sobre esse tributo

Entenda o que é e a quem interessa a Contribuição Social Sobre Lucro Líquido. Saiba também como fazer o pagamento do imposto e muito mais.

Uma coisa é certa para todos os negócios: não dá para fugir dos impostos. No Brasil, a legislação tributária tem muitos detalhes, além de ser alterada com frequência.

Entre os diversos tributos, está a Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL). E, como ela está presente na rotina das empresas, é muito importante ficar ciente do que é a CSLL, a quem ela interessa, como pagar e muito mais.

O que é a CSLL?

CSLL é a sigla para Contribuição Social Sobre Lucro Líquido e faz referência a um tributo de competência da União. A CSLL incide sobre o lucro líquido das pessoas jurídicas, ou seja, sobre o que a empresa realmente ganhou.

Como os impostos no Brasil estão sempre sendo modificados, é possível imaginar que nem sempre a CSLL foi da forma que é hoje. Esse tributo surgiu com a Constituição Federal de 1988, instituída pela Lei n° 7.689/88. Em legislações seguintes, a contribuição foi se modificando, até se estabelecer nos moldes que vigoram hoje.

A quem a CSLL interessa?

A CSLL é importante, especialmente, para as pessoas jurídicas, incluindo quem é MEI. Isso porque o funcionamento de um negócio requer que ele lide com questões burocráticas, tal como o pagamento de contribuições ao governo.

Para o país, a CSLL é essencial, pois é um recurso que banca a seguridade social. Isto é, com o montante arrecadado por esse tributo, a união investe na aposentadoria, na saúde pública, etc.

Conheça outras contribuições sociais

Além da CSLL, existem outras contribuições sociais. Aqui, vale destacar que as contribuições sociais são aquelas que já têm uma determinada finalidade. No caso da CSLL, por exemplo, é a seguridade social. Veja abaixo outros:

  • Cofins: cobrado com base na receita bruta das empresas e destinado para a seguridade social;
  • CPP: é um regime de simplificação tributária que agrupa todos os impostos pagos por micro e pequenas empresas em apenas uma guia.

Como pagar a CSLL?

O cálculo da CSLL, normalmente, depende de qual escolha é feita pelo empresário, sendo que ele possui as seguintes opções:

– Lucro real trimestral;

– Lucro real anual;

– Lucro presumido;

– Regime nacional simplificado.

Já sobre as alíquotas, existem três: 9% como regra geral; 15% para casos específicos; e 20% para bancos e agências de fomento.

Os microempreendedores individuais (MEI’s) também precisam pagar a CSLL. No entanto, o tributo já está presente na guia do DAS-MEI.

Como o iCom pode ajudar?

O iCom organiza a rotina fiscal das empresas por meio da automação tributária. Dessa forma, contar com esse ERP para lidar com a CSLL pode ser muito vantajoso, uma vez que haverá menos chances de erros de cálculo, atrasos e, por consequência, multas e taxas extras.

Fontes:
https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/tributos/CSLL
https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/csll-o-que-e-20082021
https://www.cora.com.br/blog/o-que-e-lucro-liquido/
https://blog.nubank.com.br/o-que-e-csll/

DASN-SIMEI: prazo para fazer a declaração se encerra em 30 de junho de 2022

A Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual  é uma obrigação anual do Microempreendedor individual (MEI)

A Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual (DASN-MEI) é uma obrigação anual do microempreendedor individual (MEI). O prazo para entregar o documento referente às atividades de 2021 era dia 31 de maio de 2022, mas a Receita Federal ampliou esse tempo. Dessa forma, os MEIs têm até 30 de junho para informarem seu faturamento.

É importante fazer a declaração em tempo hábil, porque, em caso de atrasos, o negócio precisa lidar com algumas dores de cabeça, como multas. Isso significa gastos extras e, por consequência, menos lucro e menos crescimento.

O que é DASN-SIMEI?

DASN-SIMEI é a sigla para Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual e refere-se a declaração obrigatória de microempreendedores individuais (MEI). 

A função da declaração é reunir todas as vendas, com ou sem notas fiscais, feitas pelo MEI no último ano. Assim, é possível comprovar que o faturamento do MEI continua adequado aos limites da categoria.

Quem precisa declarar DASN-SIMEI?

Segundo o Manual da Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual – DASN-SIMEI, a declaração deve ser feita por todos os empresários que escolheram o SIMEI no mínimo um dia do ano-calendário a que ela faz referência.

Vale destacar que SIMEI é o Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional. Em outras palavras, SIMEI é uma maneira na qual o microempreendedor individual paga um valor fixo mensal correspondente à soma de alguns tributos. O procedimento é realizado  por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). 

Outro detalhe importante é que mesmo em caso de fechamento de empresa é preciso fazer a declaração referente aos meses de funcionamento.

Como declarar a DASN-SIMEI?

Para fazer a DASN-SIMEI é preciso seguir algumas etapas. No Manual da Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual – DASN-SIMEI há explicações detalhadas de como funciona a declaração, mas trouxemos um resumo do que precisa ser realizado. Confira abaixo o passo a passo da declaração:

  1. Primeiro, faça um relatório das receitas obtidas em cada mês;
  2. Depois, confira se os valores inseridos no relatório condizem com o que as notas fiscais mostram;
  3. Se estiver tudo coerente, basta enviar pela internet dentro do prazo.

Um ponto relevante é que dá para acessar o documento tanto pelo Portal do Simples Nacional, quanto pelo APP-MEI, disponível para download no Google Play Store e na Apple Store.

E no caso de atrasos na entrega da DASN-SIMEI?

Entregar a declaração no período correto é fundamental, pois isso garante que o MEI ficará em dia com a Receita Federal.

Além disso, não entregar o DASN-SIMEI dentro do prazo estabelecido, isto é, até 30 de junho, pode causar prejuízos ao negócio. Um dos problemas gerados pelo atraso no envio da declaração é ficar sujeito a multas.

Como o iCom pode ajudar?

O iCom é um software que ajuda de diversas formas a lidar com a DASN-SIMEI. Há vários motivos para isso, tal como:

  • Ele faz relatórios detalhados automaticamente;
  • Ele realiza controle financeiro, deixando as contas em dia;
  • Ele automatiza muitos processos manuais, dando mais tempo para decisões estratégicas.

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Fontes:
https://www.poder360.com.br/brasil/receita-federal-amplia-prazo-para-declaracao-anual-do-mei/#:~:text=A%20Receita%20Federal%20adiou%20o,30%20de%20junho%20de%202022.

https://www.jornalcontabil.com.br/veja-novo-prazo-de-envio-da-declaracao-anual-do-mei/#.Ynh1lWjMLIU

https://www.qipu.com.br/dicionario/declaracao-anual/

http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Arquivos/manual/Manual_DASN-SIMEI.pdf 

https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/servicos-para-mei/declaracao-anual-de-faturamento/o-que-e-a-dasn-simei

Como a automação pode ajudar a lidar com as etiquetas?

Entenda a importância da automação de processos e das etiquetas numa empresa

Manter uma empresa funcionando exige uma logística complexa. Isso ocorre porque muitos setores estão envolvidos em prol de um mesmo objetivo: promover o crescimento do negócio. Mas, algumas escolhas podem facilitar no dia a dia do estabelecimento e um exemplo disso é a automação de processos, que administra as informações de produtos a partir das etiquetas. 

Quais os benefícios da automação de processos?

Enquanto os processos manuais demandam muito tempo e oferecem riscos de erros, a automação de processos traz segurança e agilidade. Dessa forma, gasta-se mais energia em decisões estratégicas do que em trabalhos repetitivos.

Um software de automação de processos – como o iCom– , além disso, unifica a gestão da companhia em uma única plataforma. Assim, as informações do estabelecimento ficam integradas e não se perdem. 

Quais os benefícios das etiquetas?

As etiquetas são indispensáveis na gestão de um negócio. Elas são um recurso visual que chama a atenção dos clientes, colaborando com a fidelização deles. Além disso, elas trazem credibilidade e organização para a empresa.

Existe uma grande variedade de etiquetas, como a de balança. Esse tipo de recurso visual pode conter diversos dados, incluindo validade, peso e preço. Há, ainda, a possibilidade de colocar numa etiqueta de balança informações personalizadas, tal como slogans ou outros símbolos.

Qual a relação entre a automação de processos e as etiquetas?

Quando o assunto é etiqueta, contar com uma alternativa moderna, como a automação de processos, significa o ganho de muitas vantagens. Entre elas, vale destacar, uma gestão de empresa organizada, segura e prática, além de um cliente satisfeito.

O processo funciona da seguinte forma: um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP), como o iCom, manda as informações para as balanças e, de forma simultânea, uma etiqueta é gerada com o peso. O sistema, por sua vez, coleta os dados e os registra.

Sabendo desses benefícios, aproveite e faça já seu orçamento!

Decifrando o INSS

O Instituto Nacional de Seguro Social faz parte da rotina das empresas e dos colaboradores. Mas, afinal, o que ele é?

O Instituto Nacional do Seguro Social – conhecido popularmente pela sigla: INSS – é o órgão público encarregado de assegurar o pagamento da aposentadoria e outro benefícios ao trabalhador brasileiro.

O INSS não faz parte apenas da realidade do trabalhador, mas também do empresário. A contribuição para empresas do Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido, por exemplo, corresponde a 20% do valor de todos os pagamentos feitos pela companhia em favor dos empregados.

Tanto é que existe o INSS Patronal, uma contribuição obrigatória, que é cobrada conforme o regime tributário de cada negócio. Outra situação importante no meio empresarial é a do Microempreendedor Individual (MEI), para o qual o INSS está incluso no DAS-MEI.

Mas, além desses casos, o INSS é importante por ser obrigatório e estar previsto na Legislação Trabalhista. A sigla está presente em diversos documentos das empresas, como no holerite e na folha de pagamento. Logo, todos os negócios precisam se preocupar em pagar corretamente esse imposto.

O que é o INSS?

INSS é a sigla para Instituto Nacional do Seguro Social. O termo faz referência a um órgão federal do Ministério da Previdência Federal. A organização é responsável por garantir recursos aos trabalhadores, como o pagamento de aposentadoria e outros benefícios, como:

– Salário-maternidade;

– Auxílio-acidentário;

– Pensão por morte;

– Auxílio-doença.

Em resumo, o INSS tem como função proteger as empresas e os trabalhadores também.

A criação do órgão se deu no ano de 1990, quando o Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS) e o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) se uniram. 

Como o INSS funciona?

O INSS assegura que em certas situações o trabalhador vai ter amparo. Mas, para ter o benefício, é preciso realizar contribuições mensais. Cabe tanto ao trabalhador, quanto ao empregador arcar com os valores destinados ao órgão.

Nesse ponto, vale mencionar que para o colaborador o custo do INSS vai depender do seu salário, com variações específicas previstas nas leis.

Para bancar os benefícios, o INSS utiliza o dinheiro arrecadado das contribuições de empresas e de funcionários, o que explica a importância do pagamento mensal feito para o órgão.

Como saber se alguém é beneficiário do INSS?

Uma das maneiras de consultar o INSS é utilizando o Número do Benefício (NB), que é um código único de dez dígitos que o segurado possui para cada tipo de benefício que esteja vinculado a ele.

Outra forma de consultar o INSS é por meio de um aplicativo, chamado “Meu INSS”. Esse recurso pode ser acessado tanto pelo Android, quanto pelo IOS. Além disso, também é possível conectar com o aplicativo no computador. Basta criar uma conta e começar a utilizar os serviços oferecidos no digital, incluindo:

– Aposentadoria por idade ou tempo de contribuição;

– Alteração de local ou forma de pagamento;

– Recurso e Revisão;

– Solicitação de pagamento de benefício não recebido;

– Auxílio-doença.

A quem o INSS interessa?

O INSS interessa diversos setores da sociedade. Entenda abaixo como cada público ou organização encara esse tributo:

Trabalhador:

O colaborador se importa com o INSS, uma vez que traz algumas seguranças para ele, como a de que ele vai ter aposentadoria ou terá recurso financeiro para sobreviver caso algum acidente aconteça.

Empresa:

A empresa também se interessa no INSS, porque pagar esse imposto faz parte da rotina fiscal e garante que a companhia não vai ter problemas com a justiça.

Aqui, vale lembrar que não repassar os valores para o órgão é crime, sujeito à reclusão de responsáveis e a multas.

Governo:

Para o governo é importante que a população tenha direitos garantidos, e o INSS é uma forma de promover isso.

Como contribuir com o INSS?

Há algumas maneiras de contribuir com o INSS. O que vai definir isso é o tipo de contribuinte. Funciona da seguinte forma:

Empregador e trabalhador avulso:

Mensalmente, uma porcentagem do salário é destinada ao INSS. Cabe ao contratante lidar com esse valor.

Microempreendedor Individual (MEI):

O MEI só precisa pagar mensalmente o DAS-MEI.

Contribuinte individual ou facultativo:

Esse grupo pode contribuir mensalmente por meio da Guia da Previdência Social (GPS), mas há outras possibilidades.

Segurado Especial:

Nesse caso, o valor da venda terá um desconto destinado ao INSS. Outra opção para o segurado especial é recolher 20% do salário de contribuição indicado por ele.

Fontes:
https://blog.nubank.com.br/o-que-e-inss/
https://www.pontotel.com.br/inss-tudo-sobre/
https://www.oitchau.com.br/blog/inss-tudo-sobre/
https://www.gov.br/inss/pt-br/canais_atendimento/saiba-tudo-sobre-o-meu-inss/meu-inss

Como os feriados impactam nas vendas do varejo?

Descubra como evitar os impactos negativos das datas comemorativas em suas vendas

As datas comemorativas e os feriados influenciam muito nas vendas, tanto positiva, quanto negativamente. Por isso, é preciso que cada negócio identifique com antecedência essas datas. Assim, é possível fazer um planejamento que evite sofrimentos à empresa nesses momentos.

Os feriados impactam diferentemente cada tipo de negócio. Por exemplo: a Páscoa tende a impulsionar as vendas de chocolate; mas, por outro lado, essa data não colabora com a venda de flores, tal como o Dia das Mães faz.

Juntamente a isso, as pessoas costumam se desconectar em datas comemorativas e, por conta disso, tendem a não gastar.

Para se ter ideia da influência da sazonalidade nos comércios é válido citar a estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para 2022: segundo a organização, o montante total das perdas devido aos feriados será de R$17,25 bilhões.

Assim, fica claro que uma empresa pode sofrer muito com os feriados. Porém, há formas de minimizar essas consequências.

Como as empresas podem driblar os impactos negativos dos feriados?

A chave para o sucesso durante feriados é o planejamento estratégico. Com ele as suas chances de ter prejuízos durante as datas comemorativas diminuem significativamente. Isso porque com esse documento é possível prever o que o seu público-alvo espera em cada feriado e, dessa forma, agir estrategicamente para aumentar as vendas.

Além disso, o planejamento traz diversos outros benefícios, como:

  • A empresa fica preparada para o futuro;
  • Os funcionários da empresa ficam alinhados;
  • O negócio fica mais produtivo.

É válido destacar que, quando falamos em feriados, um bom planejamento estratégico vai selecionar aquelas datas em que valem a pena se dedicar e investir esforço. Isto é, algumas datas fazem sentido para algumas empresas, enquanto que para outras não.

Tendo em mente quais feriados compensam ser tratados de forma especial, é hora da empresa colocar no planejamento as ações a serem desenvolvidas. Aqui vale definir quais vantagens podem ser oferecidas, como: cupons de descontos, promoções, frete grátis, etc. 

Além disso, neste documento cabe também estabelecer a campanha de divulgação e a precificação dos produtos e serviços. Por fim, para que tudo isso funcione, é preciso que a logística e o estoque também entrem no planejamento.

A lição que fica é: um planejamento estratégico é uma ótima forma de enfrentar a sazonalidade. Quem se planeja para lidar com os feriados sai na frente daqueles que simplesmente esperam as datas chegarem.

Como montar um bom planejamento estratégico?

Um bom planejamento estratégico costuma levar em conta algumas questões, como as seguintes:

  • Perfil do público-alvo: é preciso conhecer o cliente para poder oferecer as soluções que ele busca. Ou seja, sabendo quem vai consumir o seu produto ou serviço é possível direcionar suas ações;
  • Comunicação: um bom planejamento inclui medidas voltadas à comunicação. Isso ajuda a estabelecer uma boa imagem, além de ser uma forma de criar proximidade com o cliente e informá-lo sobre eventuais promoções, descontos, etc.

Outros pontos bem-vindos num planejamento estratégico são análises de concorrentes, monitoramento constante do plano, entre outras medidas.

Para saber mais e desenvolver seu negócio, conte com a i12 Sistemas! Fale com a nossa equipe aqui!

Fontes:
https://blog.zapgrafica.com.br/4-dicas-para-vendas-feriados/
https://forbes.com.br/negocios/2017/04/feriados-prejudicam-vendas-no-e-commerce/
https://www.cnnbrasil.com.br/business/prejuizo-para-o-comercio-com-feriados-em-2022-sera-o-menor-dos-ultimos-7anos/
https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/df/noticias/dicas-para-seu-comercio-nao-sofrer-com-os-feriados-prolongados-em-2020,8ccb5b93a42ff610VgnVCM1000004c00210aRCRD

Entenda como as etiquetas podem impulsionar o seu negócio

Desenvolver um estabelecimento é desafiador. Por isso, aproveitar os benefícios dos recursos visuais, como as etiquetas, pode ser um grande ganho para a empresa

Pagar os tributos em dia e montar um planejamento estratégico são medidas super eficientes quando falamos em gerenciar negócios. Mas, só elas, não bastam. O empresário precisa se preocupar com outras questões que possam atrair mais clientes e fidelizá-los.

É aí que entra um novo assunto: as etiquetas. Isso porque os elementos visuais contam muito para o cliente na hora de fazer a compra. E, as etiquetas estão inclusas nisso. Elas, além da questão da aparência, agregam outras funcionalidades. A seguir, saiba as principais informações sobre as etiquetas em gôndolas.

O que é etiqueta?

A etiqueta pode estar presente de diversas formas no estabelecimento, como nas gôndolas. A função delas é oferecer diversas informações sobre determinado produto. Veja alguns exemplos de dados mostrados numa etiqueta:

  • Preço;
  • Marca;
  • Promoções;
  • Composição;
  • Quantidade.

Vale destacar que existem vários tipos de etiquetas de gôndola. Entre elas, podemos citar a de papel, a adesiva e a eletrônica.

Por que usar etiqueta?

Usar etiquetas nas gôndolas contribui com o desenvolvimento do negócio de várias maneiras. Explicamos alguns benefícios a seguir:

1. Fidelização:

Por servir como um canal de comunicação, a etiqueta ajuda com o marketing;

2. Segurança para o cliente:

As etiquetas são uma garantia das informações do produto, como preço;

3. Praticidade para o negócio:

Os funcionários conseguem facilmente consultar o produto por meio do código de barras ou de um QR Code presente na etiqueta;

4. Organização:

As etiquetas orientam os consumidores nos estabelecimentos;

5. Imagem da empresa:

Investir nas etiquetas melhora a imagem da empresa, trazendo mais confiança para o cliente e credibilidade para marca;

6. Controle de estoque e caixa:

As etiquetas permitem a otimização do controle de estoque e de caixa, pois num sistema integrado isso acontece de forma automática. 

Como o iCom pode potencializar esses benefícios?

Ao adotar as etiquetas é preciso considerar a integração delas com o sistema adotado. É um trabalho complexo, mas necessário para incorporar dados e otimizar o funcionamento desse recurso.

Dessa forma, será possível ter mais produtividade, pois um ERP, como o iCom, fica conectado com impressoras de etiquetas. Assim, a emissão de novas etiquetas será feita automaticamente, garantindo a precificação correta e atualizada dos produtos.

Um ponto importante: o iCom é compatível e configurável para todos os tipos de etiqueta, seja para impressão em A4, comumente usada em varejos com pouco fluxo, como lojas de roupa; ou de impressão própria, para alto fluxo, como varejões e mercados.

Fontes:
https://www.autopel.com/noticias/etiquetas-de-gondola-entenda-melhor-sua-importancia/
https://medium.com/logstore/etiqueta-rfid-o-que-%C3%A9-como-funciona-e-como-implementar-d8f42b9a40aa
https://blog.sinalbras.com.br/entenda-a-importancia-da-etiqueta-de-produto-para-as-suas-vendas/

Plano de negócios: o que é e como ele pode alavancar a sua empresa

Conhecido também como Business Plan, esse documento determina objetivos, metas, prazos, metodologias e estratégias

O Plano de Negócios serve para guiar uma empresa. Com ele, entende-se quais são os objetivos a serem alcançados pelo negócio e, dessa forma, fica mais fácil traçar estratégias e, enfim, concretizar metas.

Apesar de ser bastante trabalhoso, é um esforço que vale a pena e dá resultados duradouros. Para novas empresas, o Business Plan é especialmente importante e tende a ser um diferencial no crescimento da companhia.

O que é um Plano de Negócios?

Plano de Negócio, chamado também de Business Plan, é um documento no qual estão registrados os objetivos e os propósitos de determinada empresa. Em resumo, um Business Plan traça o funcionamento de um negócio, envolvendo diversos setores da companhia, como:

  • Marketing;
  • Financeiro;
  • Investimentos;
  • Operacional.

O Business Plan contém também informações sobre como alcançar as metas estipuladas. Assim, nele, há orientações de caminhos a serem seguidos e possíveis empecilhos nessa trajetória.

 Qual a importância de um Plano de Negócios?

O Plano de Negócios é importante, principalmente, na tomada de decisões estratégicas e na gestão dos investimentos ligados ao futuro da empresa. Mas, muito além disso, ele auxilia a ter uma visão global do negócio; indica se a empresa está no rumo certo ou não; e melhora a imagem da companhia, dando a ela mais credibilidade e segurança.

Para novos empresários o Business Plan tem uma função ainda mais indispensável: a de tirar as ideias do abstrato e colocá-las no papel. Na prática, isso ajuda a perceber o que é factível e o que precisa ser repensado.

Empresas já consolidadas também precisam apresentar esse documento para conquistar novos investidores. Isso porque é uma forma de entender se aquele investimento tem potencial ou não.

 Como fazer um Plano de Negócios?

Antes de fazer um Plano de Negócios é preciso entender que esse documento deve responder questões como:

  • Quando fazer negócio?
  • Como fazer negócio?
  • Com quem fazer negócio?
  • E por que fazer negócio?

Algumas boas práticas na hora de montar um Plano de Negócios é ter clareza e objetividade na linguagem; inserir detalhes nos objetivos e métodos; etc.

Vale destacar que um Business Plan pode ser reformulado em qualquer momento, visando adequá-lo a novas situações.

 Quais as etapas de um Plano de Negócios?

Como dito anteriormente, o Plano de Negócios é um documento complexo. Sua completude exige diversas etapas, sendo elas:

  • Resumo executivo: nessa parte, há uma descrição da empresa;
  • Produtos e serviços: aqui, explica-se os produtos e serviços oferecidos pela companhia, podendo detalhar preços, utilidades, vida útil, etc;
  • Análise de mercado: consta nesse ponto uma análise da concorrência;
  • Marketing: aqui, busca-se ideias de como atrair e manter clientes;
  • Planejamento financeiro: nesse tópico é preciso detalhes de projeções e planejamentos financeiros;
  • Orçamento: nessa seção, há informações sobre gastos com cada área da empresa.

Há outras possíveis etapas a serem exploradas no Business Plan, mas os tópicos acima demonstram um pouco do que um bom Plano de Negócio deve incluir.

Como o iCom pode ajudar o empresário?

Se você está no processo de abrir uma empresa ou está com uma forte pretensão de começar um negócio, já deve ter se convencido da relevância de fazer um Plano de Negócios.

Mas, fora essa ação, outro investimento que tende a trazer sucesso é se aliar a um ERP, como o iCom. Isso porque esse software reúne em uma única plataforma a documentação de processos, o financeiro, estratégico, operacional e dados de mercado.

Ao contratar os serviços da i12 sistemas seu negócio vai ganhar segurança, agilidade e organização. Logo, é muito útil incluir esse software entre suas estratégias no Business Plan. Não fique de fora, faça aqui o seu orçamento.

Fontes:
https://resultadosdigitais.com.br/marketing/plano-de-negocios/
https://empresajrespm.com.br/business-plan/
https://marquesfernandes.com/self/o-que-e-um-plano-de-negocios-business-plan/

Desvendando a Contribuição Previdenciária Providencial

Entenda o que é a CPP, como funciona e saiba também como ela impacta no seu negócio

Ao fazer o planejamento financeiro de uma empresa é preciso considerar os tributos. Estar em dia com o fisco é fundamental para o bom funcionamento do negócio. Caso contrário, a companhia precisa arcar com multas e juros, o que consome parte significativa do faturamento do estabelecimento.

No caso da Contribuição Previdenciária Providencial, há minúcias relacionadas à obrigatoriedade de recolhimento. Por isso, vale entender melhor o que é, como funciona e a quem importa essa contribuição.

O que é a Contribuição Previdenciária Providencial?

A Contribuição Previdenciária Providencial, conhecida também como CPP, é um regime de simplificação tributária que agrupa todos os impostos pagos por micro e pequenas empresas em uma somente uma guia do Simples Nacional. Entre os tributos reunidos pela CPP, estão:

  • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Imposto sobre Circulação de Serviços (ISS);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Programa de Integração Nacional (PIS).

Como funciona o pagamento da CPP?

A alíquota da Contribuição Previdenciária Providencial varia conforme o regime tributário adotado pela empresa, sendo que seu valor pode alcançar os 20% dos salários. O cálculo exato é feito a partir da remuneração total paga aos colaboradores da companhia.

Vale lembrar que os negócios com limite de receita bruta anual de até R$4,8 milhões são obrigados a recolher os impostos por meio da CPP. Isso porque, dessa forma, os direitos previdenciários dos funcionários da empresa são assegurados.

A quem interessa a Contribuição Previdenciária Providencial?

Na parte governamental, a CPP interessa ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social, pois a contribuição está vinculada a esse órgão. Isso significa que a CPP é utilizada para financiar a previdência social.

Já para as empresas, a Contribuição Previdenciária Providencial também é importante. Isso porque os estabelecimentos precisam estar atentos às situações em que é obrigatório recolher a CPP.

Além disso, as companhias devem entender como funciona o cálculo da contribuição, já que a cobrança é feita de acordo com a atividade econômica da empresa. Vale destacar que as atividades existentes são descritas em 5 anexos diferentes.

Qual a relação entre a Contribuição Previdenciária Providencial e o MEI?

Desde 2009, negócios que contratam serviços prestados por Microempreendedor Individual (MEI) de determinadas categorias, como pintura, alvenaria e eletricidade, devem recolher a Contribuição Previdenciária Providencial. Isso é determinado pelos termos do inciso III do caput e do § 1º do art. 22 da Lei nº 8.212 de 1991.

 Fonte:
https://www.qipu.com.br/blog/o-que-e-cpp
https://blog.meifacil.com/duvidas/contrato-prestacao-de-servicos-cpp/

Desvendando a “Rejeição 656 – Consumo Indevido”

Conheça as mudanças das regras de uso e consultas de Notas Fiscais via WebService e como fugir de bloqueios

 No dia 25 de fevereiro, uma nota assinada pela Receita Federal alertava, sem aviso prévio, a paralisação do WebService de Distribuição de DF-e, serviço responsável pela verificação de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) destinadas a downloads (“baixas”).

A paralisação do serviço ocorreu devido ao excesso de utilização indevida por seus usuários. Por isso, houve uma atualização das Regras de Uso, visando maiores restrições quanto ao uso e à frequência de consultas, a fim de garantir um bom funcionamento da plataforma.

O que caracteriza o uso indevido do WebService de Distribuição de DF-e?

A partir do último dia 10, entraram em vigor as novas Regras de Uso Indevido. Para manter-se longe dos erros e garantir um bom funcionamento de suas XMLs, confira o que caracteriza principais rejeições:

“Rejeição: Consumo indevido. Deve ser aguardado 1 hora para efetuar nova solicitação caso não existam mais documentos a serem pesquisados. Tente após 1 hora”

Quando não há mais documentos a serem retornados, a mensagem “cStat=137” aparecerá indicando que o usuário deve aguardar uma hora para dar continuidade a suas consultas. 

Caso persista, o usuário terá seu CNPJ bloqueado por 1h e, desta forma, impedido de realizar novas consultas. Após este tempo, o CNPJ é desbloqueado automaticamente.

Rejeição: Consumo indevido. Deve ser utilizado o ultNSU nas solicitações subsequentes. Tente após 1 hora”

As consultas realizadas devem basear-se sempre nos Números Sequenciais Únicos das NFes (NSU) retornado na consulta anterior, uma vez que o valor do ultNSU corresponde ao ponto a partir do qual a leitura dos blocos de documentos deve continuar.

Quando o ultNSU for igual ao valor do maxNSU retornado anteriormente, significa que não há mais documentos a serem recuperados. Este caso caracteriza o uso indevido e sujeitará o usuário a 1 hora de bloqueio.

656 – Consumo indevido – ultrapassou o limite de 20 consultas por hora

Há um limite de consultas por chave de acesso ou NSU em um período de 1 hora. Caso o limite de 20 consultas seja ultrapassado, o usuário será impedido de realizar consultas durante um intervalo de 1 hora. Após este período, o desbloqueio ocorre automaticamente.

O que acontece em casos de rejeição?

Em todos os casos de rejeição citados anteriormente, o usuário é sujeito a um bloqueio automático de sua CNPJ por 1 hora. Além disso, caso haja novas tentativas de atividade durante o tempo de bloqueio, a contagem é zerada e reiniciada, até que se complete 1 hora.

Como adequar seu Sistema iCom às novidades?

Para manutenção de seu funcionamento de acordo com as novas Regras, seu Sistema iCom deverá ser atualizado. A atualização de sua versão do ERP ocorre mediante a um agendamento, sem custos adicionais. Agende agora por aqui.

Em nosso ERP, o iCom, a funcionalidade de consultas por WebService é gratuita, incremental e funciona mediante a disponibilização em lote sobre as regras da Receita Federal do Brasil. Desta forma, as empresas que não adotam esta função não sofrerão a necessidade de atualização da versão ERP vigente. 

De qualquer forma, vale ressaltar que não existirá nenhuma alteração monetária favorável ou desfavorável aos usuários que estarão com o serviço paralisado temporariamente.

Fonte: https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/informe.aspx?ehCTG=false&Informe=0cu/yBLKrCs=

Desvendando o Imposto Sobre Serviços

Entenda o que é o Imposto Sobre Serviços, o que acontece em caso de inadimplência e qual é a melhor forma de lidar com o tributo

Para fazer um negócio prosperar, inevitavelmente, o empresário precisa estar por dentro do mundo dos impostos. Isso, porque o Brasil possui diversos tributos e nenhuma companhia consegue escapar desses pontos burocráticos.

Dessa forma, é preciso que a empresa cumpra com as obrigações fiscais, o que significa lidar com todos os impostos, pagando-os na data correta e emitindo os documentos necessários. O Imposto Sobre Serviços (ISS) não foge da regra: é preciso desvendá-lo para manter a rotina fiscal do estabelecimento em dia.

 O que é ISS?

ISS é a sigla de Imposto Sobre Serviços e faz referência ao tributo cobrado pelos municípios e pelo Distrito Federal. Ele é regulamentado pela Lei Complementar 116/2003.

Esse imposto incide toda vez em que há alguma prestação de serviço, seja ela feita por uma empresa ou por um profissional autônomo. Mas, como o ISS é um tributo municipal, suas alíquotas e normas vão variar entre as cidades.

No geral, praticamente todos os negócios que prestam serviços precisam lidar com o ISS. A exceção é quando um serviço é feito no exterior e reflete somente fora do Brasil.

O ISS interessa para quem?

O Imposto Sobre Serviços afeta muitos modelos de negócio, além de órgãos municipais. Confira a seguir como o ISS funciona para cada público:

  • Órgãos municipais: para as prefeituras, o ISS é importante para abastecer o cofre público. Assim, com o dinheiro arrecadado, é possível investir em projetos e ações voltadas à cidade;
  • MEI: no caso do Microempreendedor Individual (MEI), o ISS está incluso na taxa paga pela pessoa jurídica mensalmente;
  • Autônomos: já os profissionais autônomos possuem uma tabela com valores específicos para cada tipo de serviço;
  • Simples Nacional: enquanto isso, as empresas que são adeptas do regime de Simples Nacional tem o ISS inserido no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS);
  • Outros casos: as empresas que usam como o regime o Lucro Real ou o Lucro Presumido pagam o ISS separadamente, a cada vez que prestam um serviço.

Qual a relação entre ISS e a nota fiscal?

O ISS e a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) possuem uma relação entre si. Isso porque, ao preencher as informações da NF-e, o emissor automaticamente calcula o ISS.

Dessa forma, o surgimento da NF-e trouxe mais praticidade e segurança às empresas, pois, como o sistema já apresenta o valor correto que deve ser pago, o empreendedor tem menos trabalho.

Há apenas um detalhe: nem todos os municípios adotaram a Nota Fiscal Eletrônica. Logo, é preciso conferir se na sua cidade existe essa possibilidade.

E se eu não pagar o ISS?

Como o tributo em questão é municipal, cabe às prefeituras determinarem suas próprias regras. Assim, é válido consultar as especificidades da sua cidade para descobrir com precisão a quais consequências você estará sujeito se não arcar com o ISS.

Normalmente, não pagar o ISS implica em multas e em juros ao negócio inadimplente. Além disso, ficar irregular com a prefeitura impede que o empresário participe de licitações.

Como o iCom pode te ajudar a lidar com o ISS?

Por meio da automação tributária, o iCom te auxilia com toda a parte de impostos do seu negócio. Logo, esse ERP te ajuda a lidar com o ISS, evitando que você pague valores extras e cumprindo com os prazos.

Ou seja, adotar o iCom como um aliado do seu negócio vai te trazer segurança de que os impostos estão sendo pagos de maneira correta, além de estratégica. Juntamente a isso, a equipe não precisa gastar tanto tempo com trabalhos manuais; o que favorece a tomada de decisões bem pensadas.

Fontes
https://conube.com.br/blog/o-que-e-iss/
https://www.contabilizei.com.br/contabilidade-online/o-que-e-iss-e-como-calcular/

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